sábado, 13 de agosto de 2011

OBJETIVOS DO MILÊNIO

Objetivo 3 - Igualdade entre os sexos e valorização da mulher

Hoje as mulheres já são a maioria nas escolas e universidades paranaenses e, entre os jovens, já possuem maior escolaridade. Entretanto, as disparidades ainda são grandes no mercado de trabalho. No emprego formal, o salário da mulher é apenas 78% do salário do homem.

Entre as pessoas com 12 anos ou mais de estudo, os homens ganham, por hora, 70% a mais que as mulheres. A participação da mulher nos processos políticos também é baixa: o número de candidatas a vereadora é pouco mais do que o estabelecido por lei (20%), das quais apenas 11% se elegeram no último pleito. Em apenas 6% dos municípios paranaenses foram eleitas mulheres como Prefeitas.

Conheça os projetos paranaenses relacionados a este objetivo

Metas Indicadores
Eliminar a disparidade entre os sexos no ensino fundamental e médio até 2015. Razão meninos/meninas no ensino básico, médio e superior.

Razão entre mulheres e homens alfabetizados na faixa etária de 15 a 24 anos.

Percentagem de mulheres assalariadas no setor não-agrícola.

Proporção de mulheres exercendo mandatos no parlamento nacional.

Como ajudar

Implantar programas de capacitação e melhoria na qualificação das mulheres;
Criar oportunidades de inserção da mão-de-obra feminina em atividades alternativas consideradas masculinas;
Incluir a valorização do trabalho da mulher em programas de diversidade;
Valorizar ações comunitárias que envolvam o trabalho feminino, apoiando iniciativas que promovam o cooperativismo e a auto-sustentação;
Ajudar na organização de workshops, seminários e fóruns para discutir o uso de preservativos e contraceptivos para evitar a gravidez na adolescência, as DSTs e HIV/Aids, que retardam a educação e todo o desenvolvimento das meninas;
Apoiar a defesa da igualdade entre os gêneros em cargos políticos, como prefeituras
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ODM

O Movimento Nós Podemos Paraná trabalha desde 2006 para que o Estado antecipe o alcance dos Objetivos do Milênio para 2010, cinco anos antes do prazo estipulado pela ONU. Até agora, o Movimento envolveu mais de 20 mil voluntários em prol do desenvolvimento do Paraná.
Até agora, mais de 50 mil pessoas participaram diretamente das atividades promovidas pelo Movimento. O número estimado de voluntários que trabalham em prol dos ODM pode chegar a 100 mil pessoas.
O desafio até 2015 é que todos os municípios do Estado alcancem dos ODM.
Saiba mais no site oficial: www.nospodemosparana.org.br


Banco de Projetos MobilizAção divulga projetos de iniciativas sociais
Iniciativa já conta com 2500 projetos cadastrados
O Banco de Projetos "MobilizAção" é um espaço para a divulgação de programas, projetos, ações, ideias e demais iniciativas sociais de qualquer instituição, seja ela pública ou privada, organizações da sociedade civil e outras, e também pessoas físicas. Criado em 2000, ele já conta com 2500 projetos cadastrados. O banco permite ao gestor registrar suas necessidades de recursos e parcerias, ajudando assim as práticas a arrecadar recursos.

Se você está envolvido ou conhece um projeto interessante, cadastre-o no Banco MobilizAção. Acesse o site abaixo e preencha o formulário.
O banco é também fonte de consulta de iniciativas sociais. As buscas podem ser feitas segundo vários parâmetros: pelo nome do projeto; pela instituição promotora; por Objetivo de Desenvolvimento do Milênio; por área de atuação; pela faixa etária dos beneficiários; e por gênero dos beneficiários.

Fonte: http://www.mobilizacao.org.br

XVII Encontro de Voluntários do CONSESP

MISSÃO:
O CONSESP - CONSELHO DE ENTIDADES SOCIAIS DO PARANÁ,tem como missão "Integrar o voluntário junto às entidades Sociais, orientando e mobilizando ações sociais junto à sociedade, instituições públicas e privadas; promovendo a melhor equidade no uso dos recursos"

Presidente: Rute Maria Goedert Yamasaki


OBJETIVOS:
O CONSESP foi fundado em 11 de Março de 1988, tem como principais objetivos:

Propiciar a integração do trabalho social em planejamentos, projetos, programas, atividades e serviços de natureza social, assistencial e promocional;

Estimular a criação e a dinamização de serviços sociais, propiciando sempre que solicitado: assessoramento e orientação nos aspectos técnicos, jurídicos e administrativos;

Estimular e promover o trabalho do voluntário nas entidades sociais.

O CONSESP não tem por norma e condição cobrar pagamentos de taxas, mensalidades e/ou anuidades das entidades sociais filiadas.

XVII Encontro de Voluntários
do CONSESP

Data: 03/09/11 – Sábado
Saída as 8:00 Horas

Local: Chácara Nova Polska em Campo Magro/PR

site: www.consesp.org.br

“Dia 27 de Setembro:DIA do Voluntário do ParanáDe 24 a 30 de Setembro:Semana do Voluntariado ParanaenseLei Estadual 9315 de Iniciativa do CONSESP em 1990.”

MEMORIAL DO VOLUNTÁRIO PARANAENSE


O QUE É O MEMORIAL DO VOLUNTÁRIO PARANAENSE?
Idealizado pelo CONSESP, é uma obra de interesse público que proporcionará à Curitiba um espaço e equipamento social para abrigar, difundir, dinamizar e valorizar o trabalho do Voluntário e das Entidades Sociais.
O local para a construção já existe, numa área de 501,78m2 no bairro da Água Verde, e o Projeto arquitetônico com 231,39m2 já está aprovado.

COMO VOCÊ PODE COLABORAR PARA A CONSTRUÇÃO DA SEDE DO CONSESP E MEMORIAL DO VOLUNTÁRIO?
ver: www.consesp.org.br

OBSERVATÓRIO

http://www.observatoriodegenero.gov.br/

VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES NÃO! DENUNCIE 180

ONDE PROCURAR AJUDA:

Dados levantados pela SPM (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres)
Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM) / Posto de Atendimento Delegacia da Mulher Araucária/PR Tel.: (41) 643-9951 Delegacia da Mulher Curitiba/PR Tel.: (41) 223-5323 Delegacia da Mulher Foz do Iguaçu/PR Tel.: (45) 523-3036 Delegacia da Mulher Londrina/PR Tel.: (43) 3322-1633 Delegacia da Mulher Maringá/PR Tel.: (44) 224-6192 Delegacia da Mulher Pato Branco/PR Tel.: (46) 224-2886 Delegacia da Mulher Ponta Grossa/PR Tel.: (42) 223-4948 Delegacia da Mulher Cascavel/PR Tel.: (45) 224-2440 / 224-3730 Delegacia da Mulher São José dos Pinhais/PR Tel.: (41) 383-0244 / 383-8252 / 383-7957 Delegacia da Mulher Campo Mourão/PR Tel.: (44) 525-1161 Órgãos do Governo Secretaria Municipal da Mulher Londrina/PR Tel.: (43) 3372- 4171 mulher@londrina.pr.gov.br Secretaria Municipal da Saúde Londrina/PR Tel.: (43) 3339-8090 Secretaria Municipal da Mulher Maringá/PR Tel.: (44) 3221-1274 / 3221-1319 mulher@maringa.pr.gov.br Centro de Referência e Atendimento à Mulher Maria Maria Maringá/PR Tel.: (44) 3901-1093 maria.maria@maringa.pr.gov.br Conselhos Municipais Conselho Municipal da Mulher Ponta Grossa/PR Tel.: (42) 3028-3402 /226-3003 milan@interponta.com.br Conselho Municipal da Condição Feminina de Curitiba Curitiba/PR Tel.: (41) 350-9854 / 350-9853 geny@cic.curitiba.pr.gov.br. Conselho Municipal da Mulher Maringá/PR Tel.: (44) 221-1319 / 227-2786 mulher@maringa.pr.gov.br Conselho Municipal da Mulher de Wenceslau Braz Wenceslau Braz/PR Tel.: (43) 528-1010 fax: 528-4155 Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Pitanga Pitanga/PR Tel.: (42) 646-4606 fumcul@bol.com.br. Conselho Municipal da Mulher Paranaguá/PR Tel.: (41) 423-3608 / 420-2933 Conselho Municipal dos Direitos da Mulher Itambé/PR Tel.: (44) 231-1444 socialapa@yahoo.com.br Conselho Municipal dos Direitos da Mulher Lapa/PR Tel.: (41)622-3185 / 622-7394 Centros de Referência Centro de Atendimento à Mulher - CAM Londrina/PR Tel.: (43) 3378-0572 /3378-0586 / 3378-0587 cam.mulher@londrina.pr.gov.br Casa-Abrigo Pousada de Maria Curitiba/PR Endereço sigiloso Casa Abrigo Viva Mulher Viva! Floresta/PR Endereço sigiloso Casa Abrigo Convivência Iporã/PR Endereço sigiloso Casa Abrigo para Mulheres em Situação de Violência Londrina/PR Endereço sigiloso Casa Abrigo Nossa Senhora Cascavel/PR Endereço sigiloso Casa Abrigo Foz do Iguaçu/PR Endereço sigiloso Serviços de Referência para Atendimento à Mulher Vítima de Violência Sexual Hospital das Clínicas de Curitiba Curitiba/PR Tel.: (41) 360-1865 rosires@hc.ufpr.br Hospital do Trabalhador Curitiba/PR Tel.: (41) 3028-5700 hosptrab@pr.gov.br Secretaria de Estado de Saúde Curitiba/PR Tel.: (41) 330-4400 / 330 4300 cmxavier@pr.gov.br- FONTE: http://www.violenciamulher.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=393&catid=9%3Aguia-servicos-1&Itemid=21Rede Mulheres Negras – PR, www.redemulheresnegraspr.org.br
Verifique as Leis que protegem as mulheres: www.soleis.adv.br

A População Indígena no Brasil

Não se sabe com exatidão o número de indígenas que habitavam o Brasil antes da chegada dos colonizadores (1500), porém, estima-se que houvesse entre 4 e 5 milhões de índios em terras brasileiras. Esse número foi drasticamente reduzido em consequência dos massacres realizados pelos colonizadores e, posteriormente, os conflitos com fazendeiros e garimpeiros que invadiram terras indígenas. Conforme dados da Fundação Nacional do Índio (Funai) existem, atualmente, 460 mil índios residindo em aldeias no Brasil, correspondendo a 0,25% da população brasileira. São mais de 107 milhões de hectares (12% do território brasileiro) divididos em 656 diferentes áreas indígenas. No entanto, a população indígena no Brasil é maior, pois esses números não incluem os índios que residem em locais fora de aldeias, estima-se que esses somam cerca de 100 mil.

Atualmente, são mais de 225 etnias ou sociedades indígenas no Brasil, com 180 línguas e dialetos distintos. Esses grupos estão espalhados em praticamente todo o território nacional, sendo a região Norte a que possui o maior número de índios, em especial o estado do Amazonas – 17% do total. Algumas tribos (aproximadamente 55) são isoladas, não havendo muitas informações sobre elas.

A Fundação Nacional do Índio, órgão responsável pela proteção e realização de pesquisas sobre essa população, divulgou as tribos com o maior número de integrantes, são elas:

Ticuna: 35.000
Guarani: 30.000
Caingangue: 25.000
Macuxi: 20.000
Terrena: 16.000
Guajajara: 14.000
Xavante: 12.000
Ianomâmi: 12.000
Paxató: 9.700
Potiguara: 7.700

Portanto, as tribos indígenas mais populosas do Brasil são a ticuna e a guarani, as únicas que possuem 30 mil integrantes ou mais. Por todo o contexto histórico de massacres à população nativa do Brasil, se torna essencial a realização de políticas públicas direcionadas à proteção do índio, evitando invasões às suas terras por parte de fazendeiros, garimpeiros, madeireiros, posseiros, entre outros que pretendem realizar a exploração econômica no local. Outro fator é a construção de hidrelétricas, que, em alguns casos, necessita que a população indígena seja retirada de seu terreno para o alagamento do mesmo.

Deve haver respeito e o fim do preconceito contra as comunidades indígenas, preservando suas tradições culturais e religiosas, não havendo mais interferência nos seus costumes. Que o índio seja lembrado todos os dias, e não somente no dia 19 de abril (dia nacional do índio).
Por wagner de cerqueira e francisco
FONTE:
http://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/a-populacao-indigena-no-brasil.htm
A Região Sul do Brasil é composta pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Sua extensão territorial é de 576.409,6 quilômetros quadrados, considerada como a menor Região brasileira. No entanto, é a terceira macrorregião mais populosa do país, segundo contagem populacional realizada em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), totalizando 27.386.891 habitantes. Sua densidade demográfica é de aproximadamente 47,5 habitantes por quilômetro quadrado.

A distribuição populacional na região Sul ocorre da seguinte forma:

Rio Grande do Sul – 10.693.929 habitantes.
Santa Catarina – 6.248.436 habitantes.
Paraná – 10.444.526 habitantes.

Os índios foram os primeiros habitantes do território que atualmente corresponde à região Sul. Posteriormente, chegaram os espanhóis e portugueses com as missões jesuíticas, além dos negros para o trabalho escravo. Entretanto, os fluxos migratórios para o Sul se intensificaram no fim do século XIX, através de doação de terrenos para a ocupação e desenvolvimento econômico da Região.

Os imigrantes europeus contribuíram para o desenvolvimento da economia, baseada na pequena e média propriedade rural de policultura (cultivo de vários produtos agrícolas). O Rio Grande do Sul recebeu imigrantes italianos, eslavos e alemães. Em Santa Catarina, açorianos colonizaram o litoral; alemães, a região norte; e italianos, o planalto e a porção oeste. No Paraná, houve fluxos migratórios de italianos, alemães e japoneses; mais recentemente, paraguaios na fronteira oeste.

No contexto nacional, os paulistas e mato-grossenses migraram em grande número para os estados sulistas, principalmente para as lavouras do norte do Paraná.

Os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná são reconhecidos pela qualidade de vida que proporcionam para seus habitantes. A região apresenta os melhores indicadores de mortalidade infantil, educação e saúde do país, além de deter a segunda melhor renda per capita, inferior apenas ao Sudeste. Os estados do Sul estão entre os seis melhores na média do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): Santa Catariana 0,840 (2° posição no ranking nacional), Rio Grande do Sul 0,830 (5° posição) e Paraná 0,820 (6° posição).

Porém, a intensificação do processo de mecanização das atividades agrícolas proporcionou o êxodo rural em larga escala, contribuindo para o crescimento desordenado de alguns centros urbanos, além de intensificar as desigualdades sociais.
Por wagner de cerqueira e francisco

REVISTA:
http://revistaindio.files.wordpress.com/2011/05/revista-indio_final1.pdf



As etnias no Brasil

Dificilmente existe uma nação com tão complexa e variada composição étnica de sua população, no caso do Brasil, a formação populacional advém de basicamente cinco distintas fontes migratórias, são elas:

- os nativos, que se encontravam no território antes da chegada dos portugueses, esses povos eram descendentes de homens que chegaram às Américas através do Estreito de Bering;

- os portugueses, que vieram para o Brasil a fim de explorar as riquezas da colônia;

- os negros africanos, que foram trazidos pelos europeus para trabalhar nos engenhos na produção do açúcar a partir do século XVI;

- a intensa imigração européia no Brasil, sobretudo no sul do país;

- a entrada de imigrantes oriundos de várias origens, especialmente vindos da Ásia e Oriente Médio.

Com base nessas considerações, a população brasileira ficou com a seguinte composição étnica:



Brancos: a grande maioria da população branca tem origem européia (ou são descendentes desses), no período colonial vieram para o Brasil: espanhóis, holandeses, franceses, além de italianos e eslavos. A região sul abriga grande parte dos brancos da população brasileira, pois esses imigrantes ocuparam tal área.


Negros: essa etnia foi forçada a migrar para o Brasil, uma vez que vieram como escravos para atuar primeiramente na produção do açúcar e mais tarde na cultura do café. O Brasil é um dos países que mais utilizou de mão-de-obra escrava no mundo, recebeu aproximadamente 4 milhões de escravos. Hoje, os negros se concentram principalmente em áreas nas quais a exploração foi mais intensa, como é o caso das regiões nordeste e sudeste.


Indígenas: grupo étnico que habitava o território brasileiro antes da chegada dos portugueses, nesse período os índios somavam cinco milhões de pessoas. Os índios foram quase disseminados, restaram somente 350 mil índios, atualmente existem 170 mil na região norte e no centro-oeste 100 mil.

Pardos: etnia formada a partir da junção de três origens: brancos, negros e indígenas, formando três grupos de miscigenação.

Mulatos: correspondem à união entre brancos e negros, esse grupo representa 24% da população e ocorre com maior predominância no nordeste e sudeste.

Caboclos: representa a descendência entre brancos e indígenas, no país respondem por 16% da população nacional, esse grupo se encontra nas áreas mais longínquas do país.

Cafuzos: esse grupo é oriundo da união entre negros e índios, essa etnia é restrita e corresponde a 3% da população, é encontrado com maior freqüência na Amazônia, Centro-Oeste e nordeste.
FONTE:
http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/as-etnias-no-brasil.htm

Publicações SPM

Publicações SPM
A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres desenvolve uma linha de publicações que apresenta questões de interesse para a mulher.
http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/sobre/Veja a listagem abaixo e baixe para o seu computador as opções disponíveis.


Enfrentamento à Violência contra as Mulheres: balanço das ações 2006-2007
por Maria Clara Guaraldo Notaroberto.
Balanço das ações da SPM com dados e informações sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres, a rede de serviços disponível, o impacto da Lei Maria da Penha e a Central de Atendimento à Mulher.


Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher
por Gabriela Ferreira do Vale e Lourdes Maria Antonioli.
Apresentação das principais características e eixos do Pacto Nacional que envolve diversas instituições do Governo Federal.

Leia mais »


Violência contra a mulher adolescente/jovem
organizado por Stella Taquette. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2007.
Publicado com o apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, o livro posiciona a violência contra jovens nas fronteiras da saúde, gênero e sexualidade.

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Mulheres adolescentes/jovens em situação de violência: propostas de intervenção para o setor saúde
organizado por Stella R. Taquette. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2007.
Apresentação de onze casos de violência contra mulheres adolescentes e jovens com metodologia de auto-aprendizagem qualificando a intervenção profissional nestas situações.

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Vozes femininas na política: uma análise sobre mulheres parlamentares no pós-Constituinte
de Luana Simões Pinheiro. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2007.
Pesquisa sobre a participação das mulheres na Câmara dos Deputados brasileira no período entre 1987 e 2002, traçando um panorama das práticas políticas femininas.

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Balanço Pró-Eqüidade de Gênero 2005/2006 - edição trilingüe
Programa com o objetivo desenvolver novas concepções na gestão de pessoas e cultura organizacional para alcançar a eqüidade de gênero no mundo do trabalho.

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Textos e roteiros de discussão: Conferências Municipais e/ou Regionais e Conferências Estaduais de Políticas para as Mulheres
por Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2007.
Roteiro para discussão nas Conferências de Políticas para as Mulheres: realidade da mulher no Brasil, participação política e Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

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Regimento da II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres e Plano Nacional de Políticas para as Mulheres
por Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2007.
Publicação que reúne o Regimento da II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres e a versão compacta do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

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Plano Nacional de Políticas para as Mulheres - compacto
de Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2004.
Versão compacta do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

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Programa Pró-Eqüidade de Gênero - práticas de equidade de gênero tecendo a política de igualdade
de Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2006.
Balanço da primeira versão do Prêmio conferido a empresas públicas e estatais que receberam o Selo Pró-Eqüidade de Gênero por terem cumprido as metas traçadas no Plano de adesão ao Programa Pró-Eqüidade de Gênero.

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Regimento II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres
por Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2007.
Publicação com o Decreto Presidencial de convocação da II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, a portaria e o regimento da II CNPM.

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Memória 2003_2006
por Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2006.
Apresenta o trabalho desenvolvido pela SPM em 4 anos no sentido de afirmar direitos assegurados na legislação brasileira e implementar políticas que acelerem a redução das desigualdades entre homens e mulheres no Brasil.

Em Leia mais, veja um CD-ROm que acompanha a publicação Memória 2003-006!

Leia mais » Arquivo pdf - Veja a íntegra »


2° Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero: redações e trabalhos científicos monográficos premiados
de Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: SPM, 2007.
O Prêmio foi instituído com o objetivo de estimular a produção científica e a reflexão acerca das relações de gênero, mulheres e feminismos incentivando estudantes de ensino médio, graduação e pós-graduação a produzirem trabalho científicos e redações que envolvam a temática de gênero.

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Encontro Nacional Pensando Gênero e Ciências
de Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: SPM, 2006.
Anais de Encontro que reuniu em Brasília mais de 200 núcleos e grupos de pesquisa de cerca de 100 universidades do país para propor medidas e ações que contribuam para ampliar a inserção das mulheres nos campos da ciência e discutir a sua trajetória e posicionamento nas carreiras acadêmicas.

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Mulheres no topo de carreira: flexibilidade e persistência
De Tânia M. Fontenele-Mourão. Brasília: Secretaria Especial de políticas para as Mulheres.
Analisa as representações sociais do gerenciamento feminino na Administração Pública a partir da relação das mulheres com os cargos de comando e seu estilo de liderança.

Arquivo pdf - Veja a íntegra »




VIDEOS

O menino, a favela e as tampas de panela

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=fvdlkgjE8l0


MARIA MARIA – MILTON NASCIMENTO

http://www.youtube.com/watch?v=-SzWXl1ut08

MERCEDES SOSA – GRACIAS A LA VIDA
http://www.youtube.com/watch?v=WyOJ-A5iv5I&feature=related
Mercedes Sosa e Milton Nascimento - Volver a los 17
http://www.youtube.com/watch?v=BcID17wcZHU&feature=related
SEJA A MUDANÇA QUE QUER VER NO MUNDO
http://www.youtube.com/watch?v=SnwXaRI1F78&feature=related

PAVAROTTI & FRIENDS : FOR THE CHILDREN OF LIBERIA 1998
http://www.youtube.com/watch?v=O9J__XVdyoM



Os 12 Mandamentos de um bom Projeto

Propósito
Proporcionar clareza quanto aos objetivos, instrumentos, estratégias, etc, na implantação de um projeto social. Função de Check-list do projeto. Fonte: Livro Voluntariado na Empresa – Gestão eficiente da Participação cidadã. – Voluntários das
• Perguntas básicas
• Perguntas complementares
IDENTIFICAÇÃO • Quem propõe?
• Que características?
• Que experiência?
PROBLEMA • Qual é o problema?
• Por que é importante?
• OBJETIVOS: GERAIS E ESPECÍFICOS
• O que se pretende conseguir?
• Qual é o fim último?
• O que é necessário alcançar para lograr o fim último?
POPULAÇÃO-ALVO
• Quem se beneficia?
• Características?
MÉTODO (Estratégias)
• Como?
• De que maneira?
• O que é inovador?
• (E o que já foi tentado antes?)
ATIVIDADES
• Que tipo de ações?
• Quem tem experiência?
• CRONOGRAMA
• Quando
• Curto ou longo prazo?
RECURSOS HUMANOS, FÍSICOS E FINANCEIROS • De que se necessita?
• Quem? Quantos e de que tipo?
• Quais os meios? Onde?
• De quanto precisamos?
• Quanto temos? Quanto falta?
ORGANIZAÇÃO • De que maneira pode-se organizar os recursos?
• Como serão distribuídas as responsabilidades? Quem terá autoridade para quê?
AVALIAÇÃO
• De que maneira sabe-se que os resultados foram alcançados?
• Que perguntas deverão ser respondidas? Que evidências vamos buscar?
• Qualidade, quantidade?
• Como busca-las? Com que periodicidade?
• Quem vai avaliar?
• Onde encontrá-lo?
• Que faremos se as coisas não andam bem?
• Que faremos se elas vão bem?
CONTINUIDADE • Como as ações irão continuar no futuro?
• Quem vai seguir apoiando? Ou: que novos parceiros precisamos?

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Feedback

Uma pesquisa desenvolvida pela Missel Capacitação Empresarial revela que os gestores das empresas brasileiras estão ainda despreparados para dar retornos aos funcionários, o chamado Feedback. A pesquisa foi realizada com o objetivo de investigar as dificuldades e prejuízos que sofrem as pessoas e as organizações pela baixa freqüência e qualidade da troca de informações entre gestores e profissionais, a respeito das atividades e relacionamentos no dia-a-dia do trabalho.

Uma das maiores dificuldades relatadas pelos gestores é a pouca abertura para discussão de problemas e dificuldades. O levantamento também mostrou que quase metade dos profissionais temem que possam magoar o funcionário ao darem o feedback. Segundo Simoni Missel, estudiosa no assunto há 13 anos, diretora da Missel Capacitação Empresarial e professora do MBA e Pós Graduação da ESPM, uma das vantagens do feedback é a diminuição das fofocas e a “rádio peão” porque esclarece mal-entendidos. “Além disso, favorece a reflexão e estimula a análise frequente das situações, estimula o aprendizado individual e a percepção dos pontos fortes e das oportunidades de melhorias no desempenho”.

A ferramenta também auxilia a comunicação no setor, a motivação e interação da equipe, o conhecimento mercadológico e até o planejamento no dia-a-dia. Os relatos de gerentes e diretores que participaram da pesquisa realizada pela Missel Capacitação Empresarial, mostram que muitos líderes organizacionais gestores já descobriram a técnica do feedback como ferramenta de gestão para o aperfeiçoamento de profissionais.

Na opinião destes gestores, os resultados no dia-a-dia do trabalho são evidentes permitindo que sejam modificadas a maneira de encarar e lidar com assuntos e ideias, e permitindo também trabalhar com mais empenho na busca de melhores resultados. Os dados fornecidos pela pesquisa revelam que praticamente a totalidade (99%) destes gestores e executivos concordam que o feedback é uma forte ferramenta de motivação e aumento da produtividade dos funcionários.

Porém, um dado que chamou a atenção é que pouco mais da metade dos entrevistados (53%) afirmam que quando recebem feedback positivo, sentem que o elogio lhes deixa mais motivado. Muito aplicado hoje para aperfeiçoar as competências interpessoais, indispensáveis à carreira dos profissionais no mundo corporativo e para alcançar a excelência na performance, “o feedback on the job” tem se apresentado como uma das ferramentas mais potentes na mudança de comportamento.

Esta técnica, quando fornecida pelos gerentes e diretores das organizações, visa orientar e encorajar os profissionais a melhorar, continuar ou desenvolver determinadas atitudes por meio da informação específica de seu desempenho. “O sucesso ou o fracasso do feedback está diretamente relacionado com a forma de como este é dado. Cabe ao gestor construir seus alicerces, de forma que a equipe perceba os retornos como algo positivo e reconheça-o como uma prática que pode contribuir muito para a melhoria de desempenho. Competências específicas para o sucesso da técnica precisam ser desenvolvidas pelos líderes das organizações”, comenta Simoni.

Sobre a pesquisa
Dos 237 profissionais em cargos de liderança pesquisados, constatou-se que aqueles considerados “geração Y”, com menos de 30 anos, estão menos preparados quanto as habilidades exigidas para um feedback efetivo, do que os líderes de 31 a 45 anos ou com mais de 45. As habilidades menos desenvolvidas pelos “Y” foram:

• Escolha de hora e local: que se refere à agilidade em que o retorno deve ser dado e ao local apropriado para isto. As críticas nunca devem ser feitas em público.

• Abordagem específica: mostra que o feedback eficiente apresenta exemplos claros e compreensíveis, sem ter que ficar levantando suposições.

• Foco em comportamento: concentrando-se apenas em comportamentos específicos que podem ser analisados e mensurados.

• Capacidade de ouvir: consiste em encorajar a outra pessoa a expressar o seu ponto de vista e então escutar atentamente o que ela diz.

Profissionais com 45 anos ou mais, apresentaram a melhor performance nas habilidades requeridas para a prática do feedback bem sucedido. Descrição dos sentimentos é outra habilidade necessária para esta prática. No ranking das competências ficou classificada em último lugar (10º), com média de 6,78, identificada como a habilidade de maior dificuldade dos líderes pesquisados.

É importante considerar, que a menor pontuação corresponde a gestores de 31 a 45 anos, com média de 5,9, seguida dos gestores até os 30 anos, com média de 6,2 e dos quarentões com média de
6,3. A descrição dos sentimentos é uma competência que pode ser difícil para gerentes e executivos com restrições em demonstrarem o que sentem. Os sentimentos além de serem importantes, são poderosos e impactantes quando combinamos com uma mensagem de feedback.

“Foco em comportamento” foi a 9ª classificada das 10 habilidades, com média de 6,85, considerada abaixo da média, demonstrando a limitação apresentada pelos gestores em fornecer feedbacks focados em comportamentos específicos. Feedback equilibrado, corresponde ao equilíbrio entre o retorno positivo e o corretivo. Muitos gerentes não conseguem equilibrar os dois tipos, preferindo dar o corretivo.

Segundo dados da pesquisa, esta habilidade classificou-se em 1º lugar, tanto para homens como para as mulheres, com média de 8,47 e 8,21 respectivamente. Os diversos métodos de como lidar com as pessoas muitas vezes dificulta a aplicação destas ferramentas e até desestimula líderes, que percebem nas pessoas o principal valor da companhia, o mais complexo de ser desenvolvido. Transformações radicais nas atividades dos executivos obrigam gestores de áreas essencialmente técnicas como engenharia, informática, medicina, logística, contabilidade, vendas, além de muitas outras, a buscarem
aperfeiçoamento na gestão das pessoas para reter e gerenciar melhor seus colaboradores.

Esta preocupação em relação a necessidade de aperfeiçoamento na gestão das pessoas já ultrapassou as paredes do departamento de recursos humanos e agora atinge todos os setores e gestores das empresas, de uma forma ou de outra. As áreas já não delimitam relacionamentos, e para alcançar
resultados através das pessoas é explícito que todos desenvolvam habilidades de comunicação. Se não recebem um retorno apropriado as pessoas tendem a criar problemas no trabalho e a empresa perde tempo e dinheiro tentando resolvê-los.

Por outro lado, com um feedback adequado as pessoas tendem a fazer as coisas que os livros sobre produtividade tentam ensinar. Ganha quem se antecipa a estas necessidades e descobre as melhores ferramentas a serem aplicadas no ambiente de trabalho.

Simoni Missel (Diretora de treinamento da Missel Capacitação Empresarial, Presidente da Associação Gaúcha de Desenvolvimento de Carreira (AGDC). É consultora de carreira com formação em Psicologia (PUCRS), MBA Executivo (ESPM) e Coach Executiva e Mestranda em Psicologia. Colaborou Marcelo Matusiak.

Fonte: http://br.hsmglobal.com

Abertas inscrições para o 16º Concurso Inovação na Gestão Pública Federal

O concurso estimula a implementação, em órgãos do governo federal, de experiências de gestão capazes de contribuir para a melhoria dos serviços públicos
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Por Diego Rocha , MEC
Estão abertas até 5 de agosto as inscrições para o 16º Concurso Inovação na Gestão Pública Federal. Idealizado pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), o concurso premiará as dez melhores práticas inovadoras apresentadas.
O concurso estimula a implementação, em órgãos do governo federal, de experiências de gestão capazes de contribuir para a melhoria dos serviços públicos. Outra meta é disseminar soluções que inspirem ou sirvam de referência ao avanço da capacidade de governo. Podem participar equipes de servidores de órgãos e entidades do Poder Executivo federal e de organizações sociais que atuem de forma criativa em novos processos de gestão.
Os projetos inscritos devem estar em vigência, apresentar resultados já mensurados e contar com no mínimo um ano de implementação até o fim do período de inscrições. Estão impedidas de concorrer iniciativas premiadas em edições anteriores.
Os vencedores farão visitas técnicas a países como França, Alemanha e Noruega. Poderão conhecer também nações da África e da América do Sul. Além disso, participarão de cursos da Enap, ganharão assinatura da Revista do Serviço Público e terão os relatos publicados em livro. Por fim, receberão certificado e o Selo Inovação.
O 16º Concurso Inovação na Gestão Pública Federal é uma parceria da Enap com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e tem o apoio da Embaixada da França, da Agência de Cooperação Técnica Alemã (GIZ), da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e da Embaixada da Noruega.
O regulamento, o manual de orientações e a ficha de inscrição estão na página eletrônica da Enap.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

Secretário da ONU recebe 56 mil assinaturas de homens brasileiros pelo fim da violência contra as mulheres

(ONU Mulheres) Em visita ao Brasil, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, recebeu documento contendo 56 mil assinaturas de homens brasileiros coletadas pela campanha “Homens Unidos pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, liderada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres. O abaixo-assinado foi entregue pela ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), que assim reforçou o compromisso do governo brasileiro com a erradicação da violência contra as mulheres e o envolvimento de novos atores nesse esforço.

A lista com os nomes dos homens brasileiros vai fazer parte do contador mundial de assinaturas e ações impulsionadas pela campanha do Secretário-Geral “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres".

As assinaturas foram coletadas pela internet, numa demonstração do compromisso público de líderes políticos, atletas, artistas e milhares de anônimos com a implementação integral da Lei Maria da Penha e a efetivação de políticas públicas voltadas para a eliminação da violência contra as mulheres. A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a ONU Mulheres, UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas), Instituto Papai, Instituto Promundo e Agende – Ações em Gênero e Cidadania.

Entre as 56 mil assinaturas, estão a do ex-jogador Raí, do cantor Sérgio Reis, do ex-presidente Lula e de centenas de autoridades políticas e homens líderes. Iniciativa marca também reforço, no Brasil, da campanha do Secretário-Geral pelo fim da violência contra as mulheres

UNA-SE: uma campanha global

A campanha do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres, tem por objetivo prevenir e eliminar a violência contra as mulheres e meninas em todas as partes do mundo.

A UNA-SE convoca os governos, a sociedade civil, as organizações de mulheres, os jovens, o setor privado, a mídia e todo o Sistema ONU para unir forças na erradicação do fenômeno global da violência contra as mulheres e meninas. Até 2015, a UNA-SE pretende atingir cinco objetivos em todos os países:
• Adotar e fazer cumprir leis nacionais para combater e punir todas as formas de violência contra mulheres e meninas.
• Adotar e implementar planos de ação nacionais multissetoriais.
• Fortalecer a coleta de dados sobre a propagação da violência contra mulheres e meninas.
• Aumentar a consciência pública e a mobilização social.
• Erradicar a violência sexual em conflitos.

Leia o relatório com as assinaturas
Veja a notícia completa: Brasil entrega, para Ban Ki-moon, 56 mil assinaturas de homens pelo fim da violência contra as mulheres (ONU Mulheres - 17/06/2011)

Pela primeira vez, mulher presidirá o Parlamento português

Europa
Pela primeira vez, mulher presidirá o Parlamento português
Depois de rejeitar Fernando Nobre, deputados elegem Maria da Assunção Andrade Esteves

Esteves, ex-integrante da Corte Constitucional e deputada por Lisboa, foi eleita já no primeiro turno, com 186 votos, de um total de 230. (Francisco Leong / AFP)
A social-democrata Assunção Esteves, de 54 anos, se tornará a primeira mulher a presidir o Parlamento de Portugal. Esteves, ex-juíza da Corte Constitucional e deputada por Lisboa, obteve o voto de 186 parlamentares, de um total de 230. Ela sucederá ao socialista Jaime Gama, que tinha sido reeleito em outubro de 2009, com 204 votos.

Em Portugal, o presidente do Parlamento pertence tradicionalmente ao partido vencedor das eleições legislativas, neste caso o Partido Social Democrata (PSD), de centro-direita. É ele - ou, no caso, ela - quem substitui o presidente, se o poder ficar vago.

A votação - O PSD havia proposto, originalmente, o nome de Fernando Nobre para o cargo. Mas, o candidato não obteve os votos suficientes em duas eleições consecutivas, o que beneficiou Assunção. Ela foi, então, apresentada pela legenda como uma candidata alternativa.

Ao contrário do que ocorreu na segunda-feira, quando o Parlamento rejeitou a liderança de Nobre, Assunção recebeu os votos favoráveis do partido CDS-PP, parceiro governamental do PSD. A sigla não havia chegado a um consenso sobre a candidatura de Nobre.

Histórico - O PSD venceu as eleições legislativas antecipadas de 5 de junho em Portugal com 38,65% dos votos. Com isso, a legenda conquistou 108 das 230 cadeiras do Parlamento, contra 74 do Partido Socialista. O premiê apontado, como de costume, foi o líder do partido vencedor, Pedro Passos Coelho.

(Com agências EFE e France-Presse)

Tags: assunção esteves, parlamento, portugal.

¿No querías saber porqué las matan (mujeres)? " Por nada"

www.facebook.com/video/video.php?v=219005801472985 ¿No querías saber porqué las matan (mujeres)? " Por nada"
Sinopsis: Se trata de un documental en la que dos antropólogas Mercedes y Candela realizan un trabajo de campo sobre los hombres declarados culpables de maltrato a sus parejas. En un bar de Barcelona entrevistan a estos hombres y poco a poco van descubriendo las razones por las que maltratan o matan a las mujeres que más quieren Noviembre de 2009 Genero: Documentales Directoras: Mercedes Fernández-Martorell Duração: ‎7:46

• Enciclopédia sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância

www.sustentabilidade.org.br
A Enciclopédia sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância é produzida pelo Centro de Excelência para o Desenvolvimento na Primeira Infância. Destina-se a formuladores de política, planejadores de serviços, profissionais e pais.

Fondo Flow de Holanda para la igualdad de género

http://www.minbuza.nl/en/Key_Topics/Deve...
U bevindt zich op: Home › Key Topics › Development Cooperation › Grant Programmes › FLOW › How to apply Huidig dossier: Development Cooperation

quarta-feira, 22 de junho de 2011

CERTIFICADO DIGITAL

Informações: http://www.correios.com.br/produtos_servicos/certificacaoDigital/default.cfm
Certificado digital é um documento eletrônico que identifica pessoas e empresas no mundo digital, provando sua identidade e permitindo acessar serviços on-line com as seguintes garantias:

- Autenticidade - garantia da identidade de quem executou a transação;
- Integridade - garantia de que o conteúdo da transação não foi alterado;
- Não-repúdio - garantia de que quem executou a transação não pode negar que foi ele mesmo que executou;
- Concessão e restrição de acesso - garantia de impedimento que pessoas não autorizadas possam acessar transações e serviços.
Finalidade
Atualmente, os certificados digitais proporcionam o uso de algumas aplicações nas mais diversas situações, dentre as quais:
a. Receita Federal do Brasil - RFB
- Consulta à Situação Fiscal das Pessoas Físicas e Jurídicas;
- Obtenção de cópias das DARFs recolhidas desde 1993;
- RedarfNet – Retificar DARFs recolhidos com dados errados;
- Cópias de Declarações do Imposto de Renda de Pessoas Jurídicas (DIPJs e PJs);
- Cópias de DCTFs (Declaração de Créditos e Débitos de Tributos Federais) e DACONs (Declaração de Contribuições Sociais);
- Cópias de Declarações do IRPF, DITR e de Impostos Retidos na Fonte – DIRFs;
- Mudança de endereço de Pessoas Físicas;
- Caixa Postal: informe de procedimentos ocorridos nas PF ou PJ. A Receita Federal considera a caixa postal eletrônica do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC);como domicílio tributário eletrônico, onde o contribuinte recebe comunicação de atos oficiais da Receita Federal;
- Pagamento de Impostos Realizados PF e PJ;
- Malha Fiscal: Acompanhamento do processamento da DIRPF
- Possibilidade da Pessoa Física que entregar a DIRPF com certificação digital receber a restituição no primeiro lote;
- Acompanhar o processamento da declaração do imposto de renda pessoa física;
- Procuração Eletrônica - Ao utilizar este serviço, o contribuinte certificado, habilitado como Responsável Legal pela empresa perante Receita Federal, poderá credenciar outras pessoas que atuarão como Representantes Legais dessa empresa;
- Toda empresa que recolhe impostos e contribuições com base no lucro real e arbitrado deverá entregar a Declaração de Informações Econômico-Fiscais 2007, ano-base 2006, mediante o uso do Certificado Digital;
- Parcelamento eletrônico on-line de débitos Pessoas Físicas e Jurídicas;
- Agendamento eletrônico das Pessoas Físicas para atendimento no balcão do e-CAC para resolver pendências;
- Implantação do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED
- Nota Fiscal Eletrônica
- Livros Fiscais Eletrônicos
- Livro Diário Eletrônico – (Programa PVA) A partir de 2008, o SPED Contábil importará os dados do Livro Diário, assinado digitalmente pelo representante legal da Empresa e seu Contador, para empresas com faturamento anual acima de 30 milhões e, a partir de janeiro de 2009, para todas as demais empresas tributadas com base no Lucro Real.
- DBE – Documento Básico de Entrada no CNPJ na Receita Federal sem a necessidade de assinatura com firma reconhecida, utilizando a certificação digital;
- SISCOMEX - (Sistema de Comércio Exterior) para. as empresas que pretendem operar no Comércio Exterior somente poderão se habilitar e cadastrar seu responsável legal, mediante certificado digital dessa empresa.
b. Poder Judiciário
- e-DOC - O sistema permite o envio eletrônico de documentos referentes aos processos que tramitam nas Varas do Trabalho dos 24 TRTs e no TST, através da Internet, sem a necessidade da apresentação posterior dos documentos originais (http://www.trt4.gov.br/edoc/);
- A assinatura digital em petições e processos que tramitam na justiça nacional, conferindo agilidade no decorrer do processo, além da economia de tempo e papel. O sistema foi implantado, em fase piloto, no Rio Grande Sul, que passou a julgar 30% mais ações por mês, além da economia de 750 mil reais em economia de papel;
- O Sistema Integrado de Mandado de Prisão (SIMP), mecanismo que possibilita a emissão e o envio de mandados de prisão do Poder Judiciário de maneira on-line, entrará em funcionamento em breve;
- Perícia Judicial: Protocolar eletronicamente as petições e laudos periciais, além de possibilitar contestações e todos os tipos de medidas judiciais.
c. HOMOLOGNET - Homologação das rescisões trabalhistas
Projeto do Governo prevê a homologação das rescisões de contrato de trabalho de forma on-line e com o uso da Certificação Digital;
d. Sistema Registral
- Permite ao Poder Público consultar ocorrências existentes no registro imobiliário, mediante autenticação com uso de certificados digitais – www.oficioeletronico.com.br;
- Permite ao cidadão a solicitação de certidões digitais nos registros de imóveis da capital de São Paulo – www.arisp.com.br.
e. Cartórios
- Protestos: Certidão Negativa, ou Positiva, de Protestos;
- Registro Civil: Certidões de nascimento, casamento e óbito;
- Títulos e Documentos: Certidão de Registro;
- Registro de Imóveis: Certidão Negativa de Propriedade, de Inteiro Teor, Vintenária e Negativa de Ônus e Ações;
- Tabelionato de Notas: Certidão de Escritura e de Procuração
f. Sistema Financeiro
- Nas transações bancárias em meios eletrônicos, com alto nível de segurança e maior proteção para o correntista no acesso aos mais variados serviços;
- Sistema de contratos de câmbio – Agiliza a liberação de contratos de câmbio nas Instituições Financeiras;
- Banco do Brasil – Proporciona ao correntista acessar a conta-corrente apenas com a utilização do Certificado Digital A-3, armazenados em smart card.
g. Cartório de Registro de Títulos e Documentos
- Registro de Contrato Social e Alterações de Sociedades Simples, com utilização 100 % de certificação digital.
OBS – Para viabilizar a abertura 100% digital a Receita Federal do Brasil, para fornecer o CNPJ, deverá autorizar o envio dos documentos da empresa (contrato social registrado) através de documento eletrônico assinado digitalmente, de acordo com os padrões do e-PING, pois hoje só aceitam o papel através de envelopamento via Sedex. Os demais documentos, tais como CPF, RG e comprovante de residência dos sócios, já constam do certificado digital emitido para os sócios e seriam dispensados de apresentação em papel.
h. Governo Eletrônico
- O SICAF (Sistema de informações cadastrais de fornecedores) é destinado aos órgãos/entidades da Administração Pública Federal Direta, Autárquica e Fundacional, no âmbito do Sistema Integrado de Serviços Gerais - SISG. Segundo o SERPRO, em breve todos que acessarem esse sistema serão obrigados a utilizarem a Certificação Digital;
- Participação em Pregões Eletrônicos com o certificado digital;
- As Bolsas Eletrônicas de Comércio (BEC), um mecanismo de compra que permite maior transparência e economia em compras realizadas por entidades governamentais. Vem adotando a certificação digital como parte fundamental. Utilizado em São Paulo;
- Pro Uni do Ministério da Educação - MEC, a certificação digital é exigida na transação de informações com as instituições de ensino participantes;
- Programa Juro Zero - uma das exigências da Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP, para concorrer ao empréstimo, é que as empresas precisam ter certificado digital;
- A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) adotou a certificação digital em seu projeto de padronização de documentos, o TISS (Troca de Informação em Saúde Suplementar), obrigando todas as operadoras de saúde a usar o certificado digital;
- O Ministério do Trabalho e Emprego vai disponibilizar um aplicativo que possibilitará as pessoas jurídicas, que possuem certificação digital, o envio da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). O prazo para apresentação da RAIS vai até o dia 28 de março. Cerca de 400 mil estabelecimentos podem encaminhar a RAIS utilizando a certificação digital (Boletim Digital ITI n° 71).
i. Prefeituras – Secretaria de Finanças
- Acesso ao sistema de Nota Fiscal Eletrônica da PMSP com e-CNPJ para as Pessoas Jurídicas e com e-CPF para os benefícios fiscais das Pessoas Físicas;
- Sistema Integrado de Informações Previdenciárias (Siprev), por meio do qual os estados e as prefeituras prestam contas ao Ministério da Previdência dos benefícios pagos aos servidores aposentados.
j. Secretarias das Fazendas Estaduais
- Nota Fiscal Eletrônica NF-e
- Livros Fiscais Eletrônicos – SPED Fiscal – SINTEGRA
k. Juntas Comerciais
- Livro Diário Eletrônico – SPED – Sistema Público de Escrituração Digital
l. Comércio eletrônico
- No comércio eletrônico, para compra e venda de produtos via Internet de forma mais segura, com garantias reais para vendedores e compradores, que não precisarão mais se cadastrar nos sites de comércio eletrônico, devido à credibilidade do certificado digital.
m. Correio Eletrônico (e-mail)
- Segurança: garante a identidade do emissor, a integridade e inviolabilidade do conteúdo da mensagem enviada.
n. SISBACEN – Sistema do Banco Central
- Autocredenciamento no Sisbacen www.bcb.gov.br/?SISBACENUSUESPFAUTO/ com certificados digitais da ICP-Brasil de pessoa física.
o. INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual
- Permite acesso ao sistema e-Marcas e ao Sistema de Vista Eletrônica de Petições.
Saiba como obter seu certificado digital.
Vantagens
Os Correios atuam como Autoridade Registradora na comercialização de certificados digitais da Autoridade Certificadora SERPRO/RFB. Os certificados digitais disponíveis são o e-CPF para Pessoa Física e o e-CNPJ para Pessoa Jurídica. Os Correios oferecem como vantagens a seus clientes de certificados digitais:
- Atendimento de demandas pela Central de Atendimento dos Correios – CAC;
- Facilidade de acesso às agências dos Correios;
- Experiência dos Correios no atendimento ao público;
- Imediatamente após a conferência da documentação na agência, o certificado estará disponível para baixa pelo seu titular.
- Ajuda Interativa
- Perguntas Frequentes
Como Obter seu Certificado
Os Correios comercializam os certificados digitais da Autoridade Certificadora SERPRO/RFB para Pessoa Física e Pessoa Jurídica.
Para adquirir seu certificado digital basta seguir os passos:
1. Escolha no menu ao lado a opção "Solicitar Certificado Digital", no novo menu escolha "Solicitar" de acordo com o segmento (Pessoa Física - e-CPF ou Pessoa Jurídica - e-CNPJ) e tipo (A1 ou A3). Clique aqui para saber mais sobre os tipos de certificados digitais.

Observação: se optar pelo A3, é necessário que o interessado, antes da solicitação, adquira um dispositivo de armazenamento - token ou cartão inteligente (smart card) e instale o driver de controle e o CSP correspondente. Para adquirir o seu dispositivo de armazenamento procure lojas especializadas em produtos de informática ou acesse o CorreiosNet Shopping, opção “Busca por Produtos”, de acordo com sua preferência.
2. Após efetuar a solicitação, imprima 2 cópias do termo de titularidade que é gerado automaticamente no final da etapa de solicitação. O termo de titularidade só deverá ser assinado na presença do Agente Registrador dos Correios em uma das agências credenciadas.

Observação: memorize a frase senha, pois esta será necessária para baixar o certificado digital.
3. Compareça em uma Agência dos Correios credenciada para prestação do serviço - clique aqui para ver a lista de agências credenciadas, - com 2 cópias do termo de titularidade e 1 cópia da documentação necessária.
4. Na agência dos Correios, o solicitante assina o Termo de Titularidade na presença do Agente Registrador dos Correios e submete-se à validação dos seus documentos para a autorização (aprovação) do seu certificado digital. Na agência também ocorre o pagamento da taxa referente ao certificado digital (dinheiro, cheque e cartões) - o comparecimento presencial do titular do certificado é uma exigência da ICP/Brasil.
Segmento Tipo Preço (R$)
e-CPF A1 80,00
A3 110,00
e-CNPJ A1 130,00
A3 220,00

5. Após a autorização na agência, o certificado digital está imediatamente pronto para ser baixado pelo sítio dos Correios [clique aqui para baixar agora]. A baixa deve ocorrer no mesmo computador onde foi feita a solicitação, com o mesmo usuário conectado (login do sistema operacional) e desde que o computador não tenha qualquer tipo de atualização (seja de software ou hardware) entre a fase de solicitação e a baixa.
Recomendamos que a solicitação, a aprovação na agência e a baixa ocorram no mesmo dia, afim de evitar transtornos para o solicitante.

Observações:
- O certificado digital somente pode ser baixado no mesmo computador onde foi solicitado;
- O certificado digital somente pode ser baixado uma vez.



Tipos de Certificados:
Certificado tipo A1
Válido por 1 ano: gravado na sua estação de trabalho.
IMPORTANTE: Para evitar a perda de seu certificado digital tipo A1, faça cópia, exportando a chave privada e seus dados para um CD-Card, CD, disquete, etc. Assim o certificado digital poderá ser importado para qualquer outro computador. Para exportar/importar seu certificado digital clique aqui.
CD-Card: CD-ROM em formato e nas dimensões de cartão visita, gravável, com capacidade de armazenamento de dados que varia entre 25 a 52 Megabytes.



Certificado tipo A3
Válido por 3 anos: gravado em dispositivos como token ou smart card, o que o torna mais seguro, pois não é possível exportar ou reproduzir o seu conteúdo.
Token: dispositivo portátil, contendo um chip para armazenamento de informações digitais e execução lógica de rotinas pré-definidas, a ser conectado a um computador, pela porta USB.


Cartão Inteligente: tradução do termo inglês smart card, é um cartão que contém um chip, responsável pelo armazenamento de informações digitais e execução lógica de rotinas pré-definidas, acessadas via leitora específica.


Os Correios não comercializam dispositivos e mídias para armazenamento de certificado digital. Esses produtos estão à venda em lojas especializadas em produtos de informática e também em lojas virtuais do CorreiosNet Shopping. Para localizá-las, acesse a opção “Busca por Produtos” – e digite, de acordo com sua preferência, Token ou Smart Card (cartão inteligente).
Loja:
http://shopping.correios.com.br/wbm/shopping/script/
Documentos Necessários
Importante:
Os documentos necessários devem ser apresentados em seus originais, acrescidos de 1 fotocópia nítida e legível.
Os documentos opcionais, se preenchidos durante a solicitação, deverão ser apresentados na agência validação presencial.
Pessoa Física

a) Cédula de identidade ou passaporte, se brasileiro;
b) Carteira Nacional de Estrangeiro – CNE, se estrangeiro domiciliado no Brasil;
c) Passaporte, se estrangeiro não domiciliado no Brasil;
NOTA 1: Caso os documentos acima tenham sido expedidos há mais de 5 (cinco) anos, ou não possuam fotografia, uma foto colorida recente ou documento de identidade com foto colorida, emitido há no máximo 5 (cinco) anos da data de validação presencial;
NOTA 2: Entende-se como cédula de identidade os documentos emitidos pelas Secretarias de Segurança Pública bem como os que, por força de lei, equivalem a documento de identidade em todo o território nacional, desde que contenham fotografia.
d) Comprovante de residência ou domicílio, emitido há no máximo 3 (três) meses da data de validação presencial.
NOTA 3: Entende-se como comprovante de residência ou de domicílio contas de concessionárias de serviços públicos, extratos bancários ou contrato de aluguel onde conste o nome do titular; na falta desses, declaração emitida pelo titular ou seu empregador.
e) Cadastro de Pessoa Física (CPF);
NOTA 4: O cartão CPF poderá ser substituído por consulta à página da Receita Federal, devendo a cópia da mesma ser arquivada junto à documentação, para fins de auditoria.
f) 1 Fotografia 3x4 recente e nítida. (Não serão aceitas cópias escaneadas ou tiradas por web cam);
g) 2 vias do Termo de Titularidade (Geradas durante a solicitação do certificado);
NOTA 5: Para a impressão do Termo de Titularidade, deverá ser observada a configuração de página do documento, de modo que o mesmo NÃO seja impresso em 2 páginas, constando apenas a assinatura dos proponente e Agentes de Registro na segunda página.
h) Número de Identificação Social - NIS (PIS, PASEP ou CI) - (opcional);
i) Cadastro Especifico do INSS (CEI) - (opcional);
j) Número do Título de Eleitor; Zona Eleitoral; Seção; Município e UF do Título de Eleitor (opcional).
NOTA 6: É permitida a substituição dos documentos acima elencados por documento único, desde que este seja oficial e contenha as informações constantes daqueles.
Pessoa Jurídica
Será feita a confirmação da identidade da organização e da(s) pessoa(s) física(s) representante(s) legal(is) da pessoa jurídica, mediante a presença física desse(s) representante(s).
Documentos necessários da Empresa:
a) Relativos a sua habilitação jurídica:
i. Se pessoa jurídica criada ou autorizada a sua criação por lei, cópia do ato constitutivo ou de eleição/posse do representante;
ii. Se entidade privada:
1. Ato constitutivo, devidamente registrado no órgão competente (Junta Comercial); e
2. Documentos da eleição de seus administradores, quando aplicável;
b) Relativos a sua habilitação fiscal:
i. Prova de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas - CNPJ; ou
ii. Prova de inscrição no Cadastro Específico do INSS – CEI.
Importante
Caso o estatuto, contrato social ou documento equivalente de sua empresa contenha mais de um representante legal cadastrado na Receita Federal, será necessário que as pessoas citadas neste documento como representantes legais compareçam para validação presencial de posse de seus documentos e assinem o Termo de Titularidade.
Documentos do(s) Representante(s) Legal(is) da(s) Empresa(s):
Os mesmos exigidos para emissão de certificados digitais de pessoas físicas
http://www.correios.com.br/produtos_servicos/certificacaoDigital/default.cfm

AGÊNCIAS CREDENCIADAS:
http://www.correios.com.br/produtos_servicos/certificacaoDigital/agencias_credenciadas.cfm
Solicitar Certificação Digital
Navegadores de internet

Alertamos que os navegadores Google Chrome e Macintosh Safari são incompatíveis com o sistema de geração de certificados da autoridade certificadora SERPRO RFB.

Recomendamos fazer a solicitação do seu certificado digital pelo navegador Mozilla Firefox ou Microsoft Internet Explorer.
Agências Credenciadas

Algumas agências estão atendendo somente com agendamento de horário.

Antes de comparecer à agência verifique na lista de agências credenciadas se é necessário agendar o seu atendimento.
Passo 1
No sítio de certificação digital dos Correios, escolha a opção “Solicitar Certificado Digital”
Na nova página, escolha *Solicitar* de acordo com o segmento (Pessoa Física - e-CPF ou Pessoa Jurídica - e-CNPJ) e tipo (A1 ou A3). Se a escolher o tipo A3, é necessário que o interessado adquira um dispositivo de armazenamento - token ou cartão inteligente (smart card) e instale em seu computador, antes da solicitação.
Memorize a frase senha, pois esta será necessária para baixar o certificado digital.
Após efetuar a solicitação, imprima 2 cópias do Termo de Titularidade que é gerado automaticamente no processo de solicitação. Esse Termo só deverá ser assinado na presença do Agente Registrador dos Correios em uma de suas agências credenciadas para tal fim.
Passo 2
Compareça em uma Agência dos Correios credenciada para prestação do serviço com as 2 cópias do Termo de Titularidade e 1 cópia da documentação exigida, além dos respectivos originais.
A comercialização de certificados digitais pelos Correios encontra-se disponível em Agências credenciadas.
Na agência dos Correios, aguarde a conferência dos documentos, o reconhecimento presencial e a autorização de emissão do certificado digital - o comparecimento presencial do solicitante do certificado é uma exigência da ICP-Brasil, não sendo permitidas procurações em qualquer hipótese.
Após, deverá haver o pagamento referente a taxa do serviço de certificação digital.
Passo 3
Após a conferência e aprovação na agência, seu certificado digital está imediatamente pronto para ser baixado pelo sítio dos Correios. Recomendamos que a baixa ocorra o mais rápido possível após a etapa 2, acima.
O certificado digital somente pode ser baixado uma vez, e no mesmo computador onde foi feita a solicitação.
Importante
Entre os passos 1 e 3 o computador utilizado não deverá sofrer qualquer tipo de atualização de software ou hardware.
O certificado do tipo A1 é como um arquivo comum do sistema operacional, assim recomendamos fazer uma cópia de segurança para um disquete ou CD, para evitar a perda do certificado nos casos de problemas no seu computador. Há informações disponíveis em Ajuda Interativa.
Caso ocorra algum problema na solicitação, baixa ou uso do certificado, registre um chamado na nossa Central de Atendimento aos Clientes (CAC).


terça-feira, 21 de junho de 2011

Regimento

Regimento

3ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES

CAPÍTULO I
DO OBJETIVO

Art. 1º - A 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, convocada pelo Decreto Presidencial de 15 de março de 2011, publicado no Diário Oficial da União, edição número 51, Seção 1, página 1, de 16/03/2011, terá o objetivo de discutir e elaborar políticas públicas voltadas à construção da igualdade, tendo como perspectiva o fortalecimento da autonomia econômica, social, cultural e política das mulheres, contribuindo para a erradicação da extrema pobreza e para o exercício pleno da cidadania das mulheres no Brasil.

CAPÍTULO II
DA REALIZAÇÃO

Art. 2º - A abrangência da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres é nacional, assim como suas análises, formulações e proposições.

Art. 3º - A 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres ocorrerá em três etapas:

a) Municipal e/ou Regional: através da realização de Conferências convocadas pelo poder público local (executivo e legislativo);
b) Estadual: através da realização de Conferências Estaduais convocadas pelos Governos Estaduais e do Distrito Federal, ou legislativo;
c) Nacional: convocada pela Presidência da República e pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.

Parágrafo 1º - As/os delegadas/os que participarão da etapa nacional serão eleitas/os na etapa estadual, devendo obrigatoriamente ter participado da etapa municipal e/ou regional.

Parágrafo 2º - A Secretaria de Políticas para as Mulheres organizará uma Conferência Governamental para a discussão e proposições para a 3ª CNPM no âmbito do governo federal.

Art. 4º - Poderão ser realizadas Conferências Temáticas.

Art. 5º- As três etapas da 3ª CNPM serão realizadas obedecendo ao seguinte cronograma:

I - Etapa Municipal e/ou Regional – de 1º de julho a 31 de agosto de 2011;
II - Etapa Estadual – de 1º de setembro a 31 de outubro de 2011;
III - Etapa Nacional – de 12 a 14 de dezembro de 2011.
IV – As Conferências Temáticas poderão ser realizadas no período de 1º de julho a 31 de outubro de 2011.

§ 1º - As Conferências Temáticas poderão ser realizadas em nível municipal/regional, estadual ou nacional e não elegem delegadas(os).

§ 2º - A observância dos prazos para a realização das Conferências Estaduais é condicionante para a participação das (os) delegadas (os) correspondentes na etapa nacional.

§ 3º - A 3ª CNPM será realizada em Brasília - DF, sob a coordenação da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.

4§- Serão garantidos, na etapa nacional da 3ª CNPM, os recursos de acessibilidade para a equiparação de oportunidades entre pessoas com e sem deficiência de acordo com as determinações legais e normas técnicas em vigor.



CAPÍTULO III
DO TEMÁRIO

Art. 6º - Nos termos deste Regimento e para dar cumprimento ao disposto no seu artigo 1°, a 3ª CNPM adotará o seguinte temário:
I - análise da realidade brasileira: social, econômica, política, cultural e os desafios para a construção da igualdade de gênero, na perfectiva do fortalecimento da autonomia econômica, social, cultural e política das mulheres, e contribuam para a erradicação da pobreza extrema e para o exercício pleno da cidadania pelas mulheres brasileiras.
II – definição de prioridades de políticas para o próximo período, tendo como base a avaliação, atualização e aprimoramento das ações e políticas propostas no II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, sua execução e impactos.

Art. 7º - O temário proposto para a 3ª CNPM deverá ser discutido desde a etapa municipal, considerando a realidade local, na perspectiva da definição de uma plataforma de políticas para as mulheres no seu âmbito, e tendo o como objetivo a criação e fortalecimento de organismos de políticas públicas para as mulheres, de acordo com o capítulo IV.

Parágrafo único – As Conferências deverão ter como perspectiva a discussão do modelo de desenvolvimento na ótica das mulheres, levando em consideração a questão regional e local.

Art. 8º - A 3ª CNPM deverá propiciar o debate amplo e democrático e seu relatório final deverá refletir a opinião da sociedade brasileira, expressa no processo das Conferências, em todos os âmbitos.

Parágrafo único - Todas as discussões do temário e os documentos da 3ª CNPM deverão obrigatoriamente incorporar as dimensões de classe, gênero, étnico racial, geracional e da livre orientação e liberdade sexual da sociedade brasileira.






CAPÍTULO IV
DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS E ESTADUAIS

Art. 9º - As Conferências Municipais e/ou regionais e as conferencias Estaduais deverão discutir a proposição de políticas públicas para as mulheres em seus respectivos âmbitos, tendo em vista o proposto no capítulo III deste regimento, em especial do art. 7º.

§ 1º - As Conferências Municipais deverão aprovar uma plataforma de políticas públicas para as mulheres como base para a elaboração e ou fortalecimento de seu plano municipal e na perspectiva da criação e fortalecimento dos organismos de políticas para as mulheres.

§ 2º - As Conferências Estaduais deverão aprovar uma plataforma de políticas públicas para as mulheres como base para a elaboração e ou fortalecimento de seu plano estadual, na perspectiva de criação e fortalecimento dos organismos de políticas para as mulheres, além das propostas para a Conferência Nacional.

Art.10 - Todas as conferências deverão ser convocadas por chamada pública, garantida a informação à Comissão Organizadora Estadual e Nacional.

1 § - As Conferências estaduais deverão ser convocadas por instrumento legal.

2 § - A organização das conferências municipais e ou regionais e a Conferência Estadual deverão garantir a ampla participação dos movimentos feministas e de mulheres, dos diversos movimentos sociais, conselhos dos direitos da mulher e demais entidades e representações da sociedade civil.

3§ - As coordenações estaduais poderão estabelecer critérios de delegação para as Conferências Estaduais, a depender da realidade local.

4§ - A fim de se garantir a plena participação da população, nas etapas municipal/regional, estadual da 3ª CNPM, recomenda-se que sejam garantidos recursos de acessibilidade previstos nas normas vigentes no país.

CAPÍTULO V
DA ORGANIZAÇÃO DA CONFERÊNCIA NACIONAL

Art. 11 - A 3ª CNPM será presidida pela titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), e, na sua ausência ou impedimento eventual, pela sua Secretária-adjunta.

Parágrafo único - As discussões no âmbito da 3ª CNPM se desenvolverão sob a forma de painéis, debates de plenário e/ou grupos de trabalho.

Art. 12 - Para a organização, implementação e desenvolvimento das atividades da 3ª CNPM será constituída uma Comissão Organizadora Nacional composta pela Presidenta do CNDM e titular da SPM, por quatro representantes da sociedade civil integrantes do CNDM, quatro integrantes da SPM.
Parágrafo único - A organização das Conferências Estaduais deverá constituir igualmente uma Comissão Organizadora em seu estado, observando a paridade entre a representação da sociedade civil e governo que será responsável pela organização, implementação e desenvolvimento das atividades da Conferência Estadual. Esta mesma Comissão será a responsável pela interlocução e troca de informações com a Comissão Organizadora Nacional.

Seção I
Estrutura e Composição da Comissão Organizadora Nacional

Art. 13 - A Comissão Organizadora Nacional terá sob sua coordenação as seguintes comissões

I - Comissão Temática;
II - Comissão de Comunicação;
III - Comissão de Articulação e Mobilização;
IV – Comissão de Relatoria;

Art. 14 - A Comissão Organizadora da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres contará com uma Secretaria-executiva designada pela Titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres e referendada pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.

Parágrafo único - Compete à Secretaria-executiva:

I - Assessorar a Comissão e garantir a implementação das iniciativas necessárias à execução das decisões tomadas pela Comissão Organizadora e demais Comissões;

II - Articular e viabilizar a execução de tarefas específicas de cada atividade estabelecida pela Comissão Organizadora;

III - Apoiar os trabalhos operacionais da 3ª CNPM, desde seu planejamento, até conclusão do processo de avaliação;

IV - Propor e organizar as pautas das reuniões da Comissão Organizadora;

V - Acompanhar as reuniões ordinárias e extraordinárias da Comissão Organizadora e quando solicitada, também das demais Comissões;

VI - Organizar e manter os arquivos referentes à Conferência;

VII - Encaminhar ofícios, informativos e documentos referentes à Conferência sempre que solicitado.

Seção II
Das Atribuições da Comissão Organizadora e demais Comissões

Art. 15 - À Comissão Organizadora da 3ª CNPM compete:

I - Organizar, acompanhar e avaliar a realização da 3ª CNPM;
II - Coordenar as Comissões previstas no Art.13º;
III - Definir a metodologia de elaboração dos documentos de discussão bem como do relatório final da 3ª CNPM;
IV - Definir o formato das atividades da 3ª CNPM bem como o critério para participação das convidadas/expositoras, nacionais/internacionais dos temas a serem discutidos;
V - Deliberar sobre o orçamento necessário a todas as etapas da 3ª CNPM;
VI - Acompanhar a organização da infra-estrutura necessária à 3ª CNPM;
VII - Designar as/os integrantes das Comissões podendo ampliar a composição destas, sempre que houver necessidade;
VIII - Providenciar a publicação do relatório final da 3ª CNPM;
IX - Deliberar sobre todas as questões referentes à 3ª CNPM que não estejam previstas neste regimento e no regulamento da 3ª CNPM.

Art. 16 - À Comissão Temática compete:

I - Propor e/ou elaborar textos de subsídio às discussões das Conferências Estaduais e Municipais;
II - Organizar os termos de referência do tema central e eixos temáticos, visando subsidiar a apresentação das/os expositoras/es na Conferência;
III - Propor expositoras/es para cada mesa temática;
IV - Elaborar a relação de sub-temas e os roteiros para os grupos de trabalho.

Art. 17- À Comissão de Comunicação compete:

I - Definir instrumentos e mecanismos de divulgação da 3ª CNPM;
II - Promover a divulgação do Regimento da 3ª CNPM;
III - Orientar as atividades de Comunicação Social da Conferência;
IV - Promover o registro e a cobertura midiática dos principais momentos das três etapas da Conferência, visando a divulgação, bem como o arquivamento de sua memória;
V - Encaminhar e acompanhar a publicação do relatório final da 3ª CNPM organizado pela Comissão de Relatoria.

Art. 18 - À Comissão de Articulação e Mobilização compete:

I - Estimular a organização e realização das Conferências Municipais e/ou Regionais e as Conferências Estaduais, como etapas necessárias para garantir a participação na etapa nacional;
II - Monitorar e orientar o encaminhamento dos relatórios e listagens de delegadas, das Conferências Estaduais à Comissão Organizadora da 3ª Conferência Nacional nos prazos estipulados no calendário; e
III - Fazer gestões junto aos governos estaduais para garantir os recursos financeiros necessários à participação na etapa nacional das delegadas/os eleitas/os nas Conferências Estaduais e no Distrito Federal.

Art. 19 - À Comissão de Relatoria compete:

I - Formular proposta de metodologia para consolidação dos relatórios dos grupos;
II - Coordenar a consolidação dos relatórios dos grupos de trabalho;
III - Elaborar, organizar e acompanhar, a publicação do relatório final da Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres junto a Comissão de Comunicação.
IV - Elaborar o roteiro para a apresentação dos relatórios;

Seção III
Da Elaboração e Encaminhamento dos Relatórios

Art. 20- Os relatórios das Conferências Estaduais devem ser elaborados a partir do temário da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, levando em consideração as deliberações das conferências municipais e ou regionais.

As contribuições das Conferências Temáticas poderão ser encaminhadas para as Conferências Municipais/Regionais, Estaduais ou Nacional.

Art. 21- As Comissões Organizadoras das etapas Estaduais da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres devem consolidar relatórios estaduais a serem encaminhados à Comissão Organizadora da Conferência Nacional (separadamente as proposições de caráter Municipal, Estadual e Nacional) até no máximo 04 de novembro de 2011, com o objetivo de subsidiar o relatório Nacional.

§ 1º - Os relatórios das Conferências Estaduais encaminhados à Comissão Organizadora Nacional deverão apresentar dois blocos em separado:
1) os resultados e propostas para a plataforma estadual de políticas públicas para o Estado;
2) os resultados e propostas referentes à Conferência Nacional, na forma do roteiro previsto no § 2º.

§ 2º - Deverão obedecer ao roteiro previamente definido pela Comissão Organizadora e ser apresentados em versão resumida de no máximo 10 (dez) laudas, em espaço 02 (dois), e encaminhados à Comissão Organizadora da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres por meio eletrônico para o endereço conferenciamulheres@spmulheres.gov.br, até a data de 4 de novembro de 2011, o que não dispensa o envio via correio postal, registrado ou SEDEX, em formato impresso e uma cópia em CD para a Secretaria de Políticas para as Mulheres, situada na Via N1 Leste S/nº, Pavilhão das Metas, Praça dos 3 Poderes - Zona Cívico-Administrativa, 70150-908 Brasília DF.

Art. 22- O Relatório Final da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres será resultante das propostas apresentadas e aprovado em plenário, em âmbito Nacional.


CAPÍTULO VI
DA PARTICIPAÇÃO
Art. 23- A 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres terá a participação de delegadas/os e convidadas/os.

Art. 24 - A plenária de delegadas/os da etapa nacional da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres terá a seguinte composição:

I - Serão delegadas/os natas/os as/os 40 (quarenta) integrantes, titulares, do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher;

II - 435 delegadas/os dos diferentes órgãos do Governo Federal indicadas/os para este fim; e
III - 2.306 (dois mil, trezentas e seis) delegadas/os eleitas/os dentre as/os participantes nas Conferências Estaduais, obedecendo a seguinte composição: 60% (sessenta por cento) de representantes da sociedade civil, totalizando 1.383; 30% (trinta por cento) de representantes dos governos municipais, totalizando 690; 10% (dez por cento) de representantes dos governos estaduais, totalizando 233.

§ 1º - O número de delegadas/os por estado está definido proporcionalmente ao número de habitantes por Unidade da Federação.

§ 2º- A participação nas Conferências Municipais e/ou Regionais, Conferências Estaduais e a composição das delegações para a Conferência Nacional, deverão observar as dimensões de classe, étnico raciais, geracional e de liberdade sexual da sociedade brasileira.

Art. 25 - Poderão ser convidadas/os para a 3ª CNPM, pela Comissão Organizadora Nacional, até 200 autoridades e representantes de entidades nacionais e internacionais, com direito a voz e sem direito a voto.
§ único - A critério da Comissão Organizadora poderão ser credenciadas observadoras, sem direito a voz e voto.

Art. 26 - As inscrições das/os delegadas/os da 3ª CNPM deverão chegar a Brasília/DF, encaminhadas pelas coordenações das conferências estaduais, via correio eletrônico e postal à Comissão Organizadora Nacional, até 04 de novembro de 2011.

§ 1º - Deverá ser encaminhada à Comissão Organizadora Nacional a lista de delegadas/os e suplentes eleitas na Conferência Estadual, contendo o número da carteira de identidade ou documento oficial com foto.

§ 2º - Além das delegadas/os de cada Unidade da Federação selecionadas/os, deverão ser eleitas mais 30% para o preenchimento da suplência.

§ 3º - As suplentes substituirão as delegadas/os obedecendo a ordem da listagem apresentada pelas Unidades da Federação, respeitando-se a proporcionalidade entre delegadas advindas da sociedade civil e delegadas governamentais.

§ 4º - Para a efetivação da suplência, deverá ser apresentada uma carta de substituição assinada pela responsável da Comissão Organizadora Estadual ou pela delegada/o impossibilitada de comparecer à 3ª CNPM.


CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 27 - A 3ª CNPM aprovará em sua sessão de abertura o regulamento que norteará seus trabalhos.

§1º - Durante a 3ª CNPM serão realizados trabalhos em grupo, para discussão e aprovação das propostas no respectivo grupo;

Art. 28 - Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Comissão Organizadora da 3ª CNPM.


Brasília, 19 de maio de 2011


Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres - CNDM
Secretaria de Políticas para as Mulheres – SPM/PR
Planilha – Delegadas – 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres
Total de 3.000 participantes: (2.800 delegadas/os e 200 convidadas/os nacionais e/ou internacionais)
Total de 2.800 delegadas/os, com a seguinte distribuição:
40 - integrantes do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher;
435 - representantes dos diferentes Ministérios, Secretarias Especiais, órgãos e instituições do Governo Federal;
2.306 - escolhidas entre participantes das etapas estaduais, de acordo com a seguinte distribuição:
60% de representantes da sociedade civil, totalizando 1.383 delegadas;
30% de representantes dos governos municipais, totalizando 690 delegadas;
10% de representantes dos governos estaduais, totalizando 233 delegadas.

Tabela de Delegadas/os por Unidade da Federação
Número de delegadas/os
Unidades da Federação Total Sociedade Civil
(60%) Governo Municipal (30%) Governo Estadual
(10%)
Acre 37 22 11 4
Alagoas 58 35 17 6
Amazonas 52 31 16 5
Amapá 38 23 11 4
Bahia 143 86 43 14
Ceará 96 58 29 9
Distrito Federal 51 31 15 5
Espírito Santo 59 35 18 6
Goiás 76 45 23 8
Maranhão 81 49 24 8
Minas Gerais 183 110 55 18
Mato Grosso do Sul 51 31 15 5
Mato Grosso 55 33 17 5
Pará 69 41 21 7
Paraíba 62 37 19 6
Pernambuco 101 61 30 10
Piauí 58 35 17 6
Paraná 113 68 34 11
Rio de Janeiro 154 92 46 16
Rio Grande do Norte 57 34 17 6
Rondônia 41 25 12 4
Roraima 35 21 10 4
Rio Grande do Sul 119 71 36 12
Santa Catarina 79 47 24 8
Sergipe 50 30 15 5
São Paulo 344 206 103 35
Tocantins 44 26 13 5
TOTAL UFs 2.306 1.383 690 233

Definição de Filhos por José Saramago

"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo ! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguem pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e domedo de perder algo tão amado . Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo “ José Saramago

segunda-feira, 20 de junho de 2011

RESOLUÇÕES SEMINARIO “MULHERES UNIDAS PELA PROMOÇÃO DA IGUALDADE”

Reunidas nos dias 27 e 28 de maio de 2011 no Seminário “MULHERES UNIDAS PELA PROMOÇÃO DA IGUALDADE” as cinco Centrais Sindicais e suas respectivas representantes dos 27 Estados da federação na luta pela promoção da igualdade. Debateram temas relevantes que versaram sobre a vida das mulheres e as vicissitudes no mundo do trabalho, assim como a busca pela proteção, garantia de direitos e oportunidades iguais entre homens e mulheres com o intuito de prevenir e coibir a discriminação de gênero, considerando oportuno e especial o momento que vivemos.No momento em que se elege uma mulher para o mais alto cargo de poder da nação, entende-se que um pais só pode se desenvolver se tiver um projeto nacional de desenvolvimento que vise a valorização do trabalho, dos trabalhadores e das trabalhadoras, com distribuição de renda e o fortalecimento dos direitos fundamentais do ser humano e de proteção a vida.Considerando que as mulheres são hoje mais da metade da população, cerca de 48 % da população economicamente ativa, se faz urgente e necessário que se aprove lei que estabeleça a igualdade no mundo do trabalho, para tanto RESOLVEM:
1. SOLICITAR AUDIENCIA COM A PRESIDENTA DILMA ROUSSEF, ATRAVÉS DE OFICIO ASSINADOS PELOS PRESIDENTES DO FORUM DAS CENTRAIS SINDICAIS;
2. INCLUIR NA AGENDA DO FORUM DOS PRESIDENTES DAS CENTRAIS COM A PRESIDENTA O PROJETO DE LEI QUE VISA A IGUALDADE NO MUNDO DO TRABALHO;
3. FORMALIZAR O FORUM NACIONAL DAS MULHERES DAS CENTRAIS SINDICAIS E CONVIDAR A CUT A COMPOR COM AS DEMAIS.
4. CONSTRUIR FORUNS ESTADUAIS DAS MULHERES DAS CENTRAIS SINDICAIS;
5. MOBILIZAR AS SECÇÕES ESTADUAIS DAS CENTRAIS PARA CONHECER O PROJETO DE IGUALDADE DA CAMARA E DO SENADO;
6. REPRODUZIR O SEMINÁRIO “MULHERES UNIDAS PELA PROMOÇÃO DA IGUALDADE” NOS ESTADOS;
7. MOBILIZAR AS SECÇÕES ESTADUAIS PARA ARTICULAR JUNTO AOS PARLAMENTARES DE SEUS ESTADOS, AUDIENCIAS PUBLICAS, DANDO CONHECIMENTO A SOCIEDADE SOBRE O PL DA IGUALDADE ;
8. ARTICULAR JUNTO AOS PARLAMENTARES ESTADUAIS PROJETOS DE LEI SEMELHANTES AO NACIONAL QUE VISE A IGUALDADE;
9. MOBILIZAR OS SINDICATOS E ENTIDADES PARCEIRAS PARA A AUDIENCIA PUBLICA SOBRE PROJETO DE LEI DO SENADO PSL- 136;
10. ENVOLVER AS ENTIDADES SINDICAIS, FEMINISTAS E COMUNITARIAS NO PROCESSO DE PRESSÃO PELA APROVAÇÃO DO PROJETOS DE LEI EM ANDAMENTO NO SENADO E NA CAMARA ;
11. BUSCAR PARCERIA JUNTO AO INSPIR E DIEESE
.12. DAR VISIBILIDADE A LUTA PELA IGUALDADE NO MUNDO DO TRABALHO NA MARCHA DAS MARGARIDAS QUE OCORRERÁ DE 16 A 17/08;
13. DIVULGAR NA REDE SOCIAL OS PROJETOS DE LEI, BUSCANDO VISIBILIDADE NA MÍDIA;
14. VISITAR OS GABINETES NA CAMARA E NO SENADO APRESENTADO A OPINIÃO DA BANCADA DOS TRABALHADORES SOBRE O PL DA IGUALDADE .
15. PARTICIPAR DAS ETAPAS MUNICIPAL E ESTADUAL DA CONFERENCIA NACIONAL DA MULHER, CONFERÊNCIAS DE SAUDE E OUTRAS;
16. CONSTRUIR UM MOVIMENTO EM PROL DA CONSTITUCIONALIDADE DA LEI MARIA DA PENHA.
WWW.fsindical.org.br

Relatório do Banco Mundial defende programas sociais

Um relatório do Banco Mundial divulgado ontem conclui que programas de proteção social -caso do Bolsa Família- têm impacto significativo na redução da pobreza, deixando as populações beneficiadas menos vulneráveis a crises econômicas.
O documento (uma revisão de 149 estudos sobre 56 programas em 32 países) conclui que há evidências sólidas de que essas intervenções ampliam o acesso a serviços de educação e saúde e diminuem o trabalho infantil.
Ainda não é possível, no entanto, concluir qual impacto há no longo prazo, pois 74% dos estudos se restringem aos dois primeiros anos de existência dos programas, e somente dois (do México e da Colômbia) apresentam resultados para um período maior que oito anos.
A lógica desses programas, especialmente no caso de transferências condicionadas, é aliviar de forma imediata a miséria e garantir que crianças tenham maior acesso a saúde e educação, rompendo o ciclo de transmissão intergeracional da pobreza.
Embora ressalve que a evidência é escassa pelo pequeno número de estudos de longo prazo, o relatório é otimista ao citar que, nos casos já avaliados, a melhoria na renda persistiu ao longo de anos, provavelmente por causa do aumento da escolaridade.
O Banco Mundial é financiador de vários programas de transferência de renda. Helena Ribe, gerente de proteção social para a América Latina e Caribe, diz que a expectativa é de que resultados positivos aparecerão em novos estudos de longo prazo.
“Mas esses programas são apenas um dos meios. Essas iniciativas precisam, por exemplo, ser combinadas com a melhoria da qualidade da escola”, afirma.
Apenas seis dos 149 estudos avaliados investigaram se houve melhoria neste quesito ao final do ensino médio. Três deles chegaram a resultados positivos, e três não encontraram impacto significativo.
O relatório traz informações também sobre efeitos indiretos desses programas, como a redução da gravidez precoce, e afirma que não há evidência de que eles estejam desestimulando adultos a trabalhar.
Numa das citações a avaliações do Bolsa Família, o Banco Mundial afirma que o programa, ao contrário dos temores de uma parcela da sociedade, não funcionou como incentivo para aumento da fecundidade em famílias muito pobres.
Fonte: Folha de S. Paulo

A melhor maneira de motivar alguém

Qualquer um pode zangar-se – isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa – não é fácil, segundo Aristóteles, filósofo da Grécia Antiga. Você sabe como motivar as pessoas?
Jerônimo Mendes, Administrador, Professor Universitário e Palestrante
Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-melhor-maneira-de-motivar-alguem/54497/ Durante a minha longa carreira profissional conheci alguns especialistas em levantar e outros em destruir o moral das pessoas no ambiente de trabalho. Se você pensa que a diferença entre eles é o tom de voz está enganado. O tom de voz suave pode fazer mais estragos do que o agressivo dependendo de onde, quando e como é utilizado.

Como a maioria dos profissionais da minha época não estava preparada para reagir às críticas destrutivas, boa parte deles recolhia-se com medo de perder o emprego e fechava-se em caráter de submissão total. Salvo melhor juízo, alguns nunca se recuperaram dos traumas adquiridos no ambiente de trabalho.

Quando as críticas são expressas mais como ataques pessoais do que como queixas com base nas quais se pode agir, os ataques emocionais são feitos com desprezo, sarcasmo e um teor elevado de insensibilidade. Esse comportamento dá origem à autodefesa e à fuga de responsabilidade por parte de quem é tratado injustamente.

Uma das formas mais comuns de crítica no ambiente de trabalho é uma declaração generalizada do tipo "você está ferrando tudo", utilizando aqui um termo mais simpático, feita em tom irado e sarcástico, sem a mínima chance de resposta nem qualquer sugestão de como fazer melhor. Isso torna o profissional impotente, irado e frustrado.

Da perspectiva da inteligência emocional, segundo Daniel Goleman, psicólogo e PHD pela Universidade de Harvard, essa crítica demonstra ignorância dos sentimentos que vai provocar naqueles que a recebem e do efeito devastador em termos de motivação, energia e confiança para fazer o trabalho.

Ataques dessa natureza têm efeitos muito semelhantes aos que teriam num casal em crise conjugal. Na maioria das vezes, as reações são defensivas, com desculpas e fuga de responsabilidade. Em outras, agressivas, com ataques verbais infundados e até mesmo violência injustificada.

O ataque pessoal, com base mais na emoção do que na razão, tende a arrasar o moral das pessoas. Embora isso tenha mudado sensivelmente nos últimos dez anos, o fato é que ainda vivemos os resquícios de uma cultura voltada para a pressão e a produtividade.

De fato, isso exige equilíbrio e discernimento tanto dos líderes quanto dos liderados. Na prática, as empresas não dispõem de tempo para trabalhar os indivíduos, pois a competitividade não dá tréguas e o raciocínio geral acaba nisso: porque devemos perder tempo com treinamento se podemos contratar pessoas já preparadas para trabalhar sob extrema pressão?

Líderes efetivos utilizam o que se denomina de crítica habilidosa que pode ser um feedback mais proveitoso por parte de quem envia e de quem recebe. A crítica habilidosa concentra-se no que a pessoa fez ou pode fazer em vez de localizar somente os pontos que caracterizam um trabalho malfeito.

Segundo Goleman, em termos de motivação, quando as pessoas ou os profissionais acreditam que seus fracassos se devem a algum déficit imutável em si mesmas, elas perdem a esperança e deixam de tentar. Mas nada é imutável.

A crença básica que leva ao otimismo é a de que os reveses ou fracassos se devem a circunstâncias sobre as quais podemos fazer alguma coisa a fim de mudar para melhor. Isso é o que faz as pessoas refletirem e mudarem seus pontos de vista.

Qual é a melhor maneira de motivar alguém? Segundo Harry Levinson, psicanalista e PhD da Harvard Medical School, a arte da crítica está interligada com a arte do elogio e são poucos os conseguem praticá-las. Os conselhos são simples, mas colocá-los em prática demanda disciplina e amadurecimento. Vejamos:

Seja específico: pegue um incidente importante, um fato que ilustre um problema-chave que exige mudança ou um padrão de deficiência, como a incapacidade de fazer bem determinada tarefa; concentre-se nos detalhes, seja específico, sem rodeios, diga exatamente qual é o problema, o que está errado ou como o faz sentir e, o principal, o que ela deve mudar.

Ofereça uma solução: a crítica, como todo feedback decente, deve indicar um jeito de resolver o problema, caso contrário, deixa quem recebe frustrado, desmoralizado ou desmotivado. Se você não tem a solução, está criticando por quê?

Esteja presente: as críticas, como os elogios, são mais eficientes cara a cara e em particular. Criticar à distância é fácil, porém deselegante além de criar mais inimizade e rancor entre as facções; se você tem algo a dizer, o que o impede de dizê-lo pessoalmente?

Seja sensível: este é um apelo por empatia, para estar sintonizado com o impacto do que você diz e como o diz sobre a pessoa do outro lado; líderes com pouca empatia são mais inclinados a dar feedback destrutivo e, em vez de abrir caminho para a correção, criam um revide emocional de ressentimento, autodefesa e distanciamento.

O desafio de Aristóteles, proeminente filósofo da Grécia Antiga, encerra a nossa lição de hoje: "qualquer um pode zangar-se – isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa – não é fácil.

Pense nisso e seja feliz!

Ideias e historias compartilhadas em Palestras e Treinamentos

11ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE - 2011

11ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE - 2011
C R O N O G R A M A
PLENÁRIA DOS TRABALHADORES
05/05/11 – 18:00
CREDENCIAMENTO – 18:00 ÀS 19:30
SENAC
PLENÁRIA DE PRESTADORES DE SERVIÇO DE SAÚDE
06/05/11
PLENÁRIA DE GESTORES EM SAÚDE 06/05/11
INSCRIÇÃO DE OBSERVADORES
Usuários – 50 vagas
Trabalhadores – 25 vagas
Gestores e prestadores – 25 vagas
22/06/11 – 8:00 ÀS 12:00
AUDITÓRIO CONVENÇÕES - ED. LAUCAS
INSCRIÇÕES
Conselheiros Municipais de Saúde
Trabalhadores de saúde
Prestadores de Serviço de Saúde
Gestores em Saúde
Entidades de usuários de abrangência municipal
23 A 27 DE MAIO
9:00 ÀS 12:00 E 14:00 ÀS 17:00
SECRETARIA EXECUTIVA DO CMS MEZANINO
DOCUMENTAÇÃO:
ATA DE POSSE DA ATUAL DIRETORIA
ESTATUTO
RELATÓRIO DE ATIVIDADES
TESES GUIAS
2 páginas em forma de propostas com no máximo
03 parágrafos de contextualização;
CD com extensão “DOC ou DOCX”;
gerados do programa Word for Windows, versão
98 ou posterior;
fonte arial, tamanho 12, espaçamento 1,5;
identificação do subtema e entidades
participantes.
02 A 06 DE MAIO
9:00 ÀS 12:00 E 14:00 ÀS 17:00
SECRETARIA EXECUTIVA DO CMS - MEZANINO
CONFERÊNCIAS DISTRITAIS DE SAÚDE
REGIÃO SUL – 4 DE JUNHO (BAIRRO NOVO;
BOQUEIRÃO; PORTÃO; CIC; PINHEIRINHO)
REGIÃO NORTE – 11 DE JUNHO (MATRIZ, STA.
FELICIDADE; BOA VISTA; CAJURU)


CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE 22, 23 E 24/07
CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE 20 A 22/10
CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE 30/11 A 04/12

11° Conferencia Municipal de Saude de Curitiba

Com a 11ª CMS de Curitiba chegando (22, 23 e 24/07), para garantirmos um bom número de Delegadas/os temos que participar em peso da PLENÁRIA DOS TRABALHADORES, que acontecerá dia 05/05/11 às 18:00 horas no SENAC (Rua André de Barros).
Lembro que o CREDENCIAMENTO para essa PLENÁRIA é das 18:00 às 19:30 horas, e que as/os profissionais devem levar documento que identifique como Assistente Social - Carteira Profissional, Crachá ou cópia de contra-cheque especificando o cargo/função.

Para ser Delegada/o a/o profissional deverá participar da PLENÁRIA DOS TRABALHADORES e na sequência participar de uma Conferência Distrital de Saúde, conforme calendário abaixo:

REGIÃO SUL – 4 DE JUNHO (BAIRRO NOVO;
BOQUEIRÃO; PORTÃO; CIC; PINHEIRINHO)

REGIÃO NORTE – 11 DE JUNHO (MATRIZ, STA.
FELICIDADE; BOA VISTA; CAJURU)

Fiquem atentas/os pois enviarei mais informações sobre a 11ª CMS de Curitiba.

Cronograma 11ª CMS - cronograma

mais informações Coordenação CRESS-PR coordenacao@cresspr.org.br

http://www.cedeps.com.br/noticias/11%C2%B0-conferencia-municipal-de-saude-de-curitiba/

Secretaria Municipal Extraordinária de Relações com a Comunidade

Secretaria Municipal Extraordinária de
Relações com a Comunidade

Secretário: FERNANDO GUEDES

Rua Solimões, 160
80510-140 CURITIBA PR
41 – 3350.9143

http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/equipe-sercom-secretaria-municipal-extraordinaria-de-relacoes-com-a-comunidade/470/69