sábado, 13 de agosto de 2011

OBJETIVOS DO MILÊNIO

Objetivo 3 - Igualdade entre os sexos e valorização da mulher

Hoje as mulheres já são a maioria nas escolas e universidades paranaenses e, entre os jovens, já possuem maior escolaridade. Entretanto, as disparidades ainda são grandes no mercado de trabalho. No emprego formal, o salário da mulher é apenas 78% do salário do homem.

Entre as pessoas com 12 anos ou mais de estudo, os homens ganham, por hora, 70% a mais que as mulheres. A participação da mulher nos processos políticos também é baixa: o número de candidatas a vereadora é pouco mais do que o estabelecido por lei (20%), das quais apenas 11% se elegeram no último pleito. Em apenas 6% dos municípios paranaenses foram eleitas mulheres como Prefeitas.

Conheça os projetos paranaenses relacionados a este objetivo

Metas Indicadores
Eliminar a disparidade entre os sexos no ensino fundamental e médio até 2015. Razão meninos/meninas no ensino básico, médio e superior.

Razão entre mulheres e homens alfabetizados na faixa etária de 15 a 24 anos.

Percentagem de mulheres assalariadas no setor não-agrícola.

Proporção de mulheres exercendo mandatos no parlamento nacional.

Como ajudar

Implantar programas de capacitação e melhoria na qualificação das mulheres;
Criar oportunidades de inserção da mão-de-obra feminina em atividades alternativas consideradas masculinas;
Incluir a valorização do trabalho da mulher em programas de diversidade;
Valorizar ações comunitárias que envolvam o trabalho feminino, apoiando iniciativas que promovam o cooperativismo e a auto-sustentação;
Ajudar na organização de workshops, seminários e fóruns para discutir o uso de preservativos e contraceptivos para evitar a gravidez na adolescência, as DSTs e HIV/Aids, que retardam a educação e todo o desenvolvimento das meninas;
Apoiar a defesa da igualdade entre os gêneros em cargos políticos, como prefeituras
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ODM

O Movimento Nós Podemos Paraná trabalha desde 2006 para que o Estado antecipe o alcance dos Objetivos do Milênio para 2010, cinco anos antes do prazo estipulado pela ONU. Até agora, o Movimento envolveu mais de 20 mil voluntários em prol do desenvolvimento do Paraná.
Até agora, mais de 50 mil pessoas participaram diretamente das atividades promovidas pelo Movimento. O número estimado de voluntários que trabalham em prol dos ODM pode chegar a 100 mil pessoas.
O desafio até 2015 é que todos os municípios do Estado alcancem dos ODM.
Saiba mais no site oficial: www.nospodemosparana.org.br


Banco de Projetos MobilizAção divulga projetos de iniciativas sociais
Iniciativa já conta com 2500 projetos cadastrados
O Banco de Projetos "MobilizAção" é um espaço para a divulgação de programas, projetos, ações, ideias e demais iniciativas sociais de qualquer instituição, seja ela pública ou privada, organizações da sociedade civil e outras, e também pessoas físicas. Criado em 2000, ele já conta com 2500 projetos cadastrados. O banco permite ao gestor registrar suas necessidades de recursos e parcerias, ajudando assim as práticas a arrecadar recursos.

Se você está envolvido ou conhece um projeto interessante, cadastre-o no Banco MobilizAção. Acesse o site abaixo e preencha o formulário.
O banco é também fonte de consulta de iniciativas sociais. As buscas podem ser feitas segundo vários parâmetros: pelo nome do projeto; pela instituição promotora; por Objetivo de Desenvolvimento do Milênio; por área de atuação; pela faixa etária dos beneficiários; e por gênero dos beneficiários.

Fonte: http://www.mobilizacao.org.br

XVII Encontro de Voluntários do CONSESP

MISSÃO:
O CONSESP - CONSELHO DE ENTIDADES SOCIAIS DO PARANÁ,tem como missão "Integrar o voluntário junto às entidades Sociais, orientando e mobilizando ações sociais junto à sociedade, instituições públicas e privadas; promovendo a melhor equidade no uso dos recursos"

Presidente: Rute Maria Goedert Yamasaki


OBJETIVOS:
O CONSESP foi fundado em 11 de Março de 1988, tem como principais objetivos:

Propiciar a integração do trabalho social em planejamentos, projetos, programas, atividades e serviços de natureza social, assistencial e promocional;

Estimular a criação e a dinamização de serviços sociais, propiciando sempre que solicitado: assessoramento e orientação nos aspectos técnicos, jurídicos e administrativos;

Estimular e promover o trabalho do voluntário nas entidades sociais.

O CONSESP não tem por norma e condição cobrar pagamentos de taxas, mensalidades e/ou anuidades das entidades sociais filiadas.

XVII Encontro de Voluntários
do CONSESP

Data: 03/09/11 – Sábado
Saída as 8:00 Horas

Local: Chácara Nova Polska em Campo Magro/PR

site: www.consesp.org.br

“Dia 27 de Setembro:DIA do Voluntário do ParanáDe 24 a 30 de Setembro:Semana do Voluntariado ParanaenseLei Estadual 9315 de Iniciativa do CONSESP em 1990.”

MEMORIAL DO VOLUNTÁRIO PARANAENSE


O QUE É O MEMORIAL DO VOLUNTÁRIO PARANAENSE?
Idealizado pelo CONSESP, é uma obra de interesse público que proporcionará à Curitiba um espaço e equipamento social para abrigar, difundir, dinamizar e valorizar o trabalho do Voluntário e das Entidades Sociais.
O local para a construção já existe, numa área de 501,78m2 no bairro da Água Verde, e o Projeto arquitetônico com 231,39m2 já está aprovado.

COMO VOCÊ PODE COLABORAR PARA A CONSTRUÇÃO DA SEDE DO CONSESP E MEMORIAL DO VOLUNTÁRIO?
ver: www.consesp.org.br

OBSERVATÓRIO

http://www.observatoriodegenero.gov.br/

VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES NÃO! DENUNCIE 180

ONDE PROCURAR AJUDA:

Dados levantados pela SPM (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres)
Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM) / Posto de Atendimento Delegacia da Mulher Araucária/PR Tel.: (41) 643-9951 Delegacia da Mulher Curitiba/PR Tel.: (41) 223-5323 Delegacia da Mulher Foz do Iguaçu/PR Tel.: (45) 523-3036 Delegacia da Mulher Londrina/PR Tel.: (43) 3322-1633 Delegacia da Mulher Maringá/PR Tel.: (44) 224-6192 Delegacia da Mulher Pato Branco/PR Tel.: (46) 224-2886 Delegacia da Mulher Ponta Grossa/PR Tel.: (42) 223-4948 Delegacia da Mulher Cascavel/PR Tel.: (45) 224-2440 / 224-3730 Delegacia da Mulher São José dos Pinhais/PR Tel.: (41) 383-0244 / 383-8252 / 383-7957 Delegacia da Mulher Campo Mourão/PR Tel.: (44) 525-1161 Órgãos do Governo Secretaria Municipal da Mulher Londrina/PR Tel.: (43) 3372- 4171 mulher@londrina.pr.gov.br Secretaria Municipal da Saúde Londrina/PR Tel.: (43) 3339-8090 Secretaria Municipal da Mulher Maringá/PR Tel.: (44) 3221-1274 / 3221-1319 mulher@maringa.pr.gov.br Centro de Referência e Atendimento à Mulher Maria Maria Maringá/PR Tel.: (44) 3901-1093 maria.maria@maringa.pr.gov.br Conselhos Municipais Conselho Municipal da Mulher Ponta Grossa/PR Tel.: (42) 3028-3402 /226-3003 milan@interponta.com.br Conselho Municipal da Condição Feminina de Curitiba Curitiba/PR Tel.: (41) 350-9854 / 350-9853 geny@cic.curitiba.pr.gov.br. Conselho Municipal da Mulher Maringá/PR Tel.: (44) 221-1319 / 227-2786 mulher@maringa.pr.gov.br Conselho Municipal da Mulher de Wenceslau Braz Wenceslau Braz/PR Tel.: (43) 528-1010 fax: 528-4155 Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Pitanga Pitanga/PR Tel.: (42) 646-4606 fumcul@bol.com.br. Conselho Municipal da Mulher Paranaguá/PR Tel.: (41) 423-3608 / 420-2933 Conselho Municipal dos Direitos da Mulher Itambé/PR Tel.: (44) 231-1444 socialapa@yahoo.com.br Conselho Municipal dos Direitos da Mulher Lapa/PR Tel.: (41)622-3185 / 622-7394 Centros de Referência Centro de Atendimento à Mulher - CAM Londrina/PR Tel.: (43) 3378-0572 /3378-0586 / 3378-0587 cam.mulher@londrina.pr.gov.br Casa-Abrigo Pousada de Maria Curitiba/PR Endereço sigiloso Casa Abrigo Viva Mulher Viva! Floresta/PR Endereço sigiloso Casa Abrigo Convivência Iporã/PR Endereço sigiloso Casa Abrigo para Mulheres em Situação de Violência Londrina/PR Endereço sigiloso Casa Abrigo Nossa Senhora Cascavel/PR Endereço sigiloso Casa Abrigo Foz do Iguaçu/PR Endereço sigiloso Serviços de Referência para Atendimento à Mulher Vítima de Violência Sexual Hospital das Clínicas de Curitiba Curitiba/PR Tel.: (41) 360-1865 rosires@hc.ufpr.br Hospital do Trabalhador Curitiba/PR Tel.: (41) 3028-5700 hosptrab@pr.gov.br Secretaria de Estado de Saúde Curitiba/PR Tel.: (41) 330-4400 / 330 4300 cmxavier@pr.gov.br- FONTE: http://www.violenciamulher.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=393&catid=9%3Aguia-servicos-1&Itemid=21Rede Mulheres Negras – PR, www.redemulheresnegraspr.org.br
Verifique as Leis que protegem as mulheres: www.soleis.adv.br

A População Indígena no Brasil

Não se sabe com exatidão o número de indígenas que habitavam o Brasil antes da chegada dos colonizadores (1500), porém, estima-se que houvesse entre 4 e 5 milhões de índios em terras brasileiras. Esse número foi drasticamente reduzido em consequência dos massacres realizados pelos colonizadores e, posteriormente, os conflitos com fazendeiros e garimpeiros que invadiram terras indígenas. Conforme dados da Fundação Nacional do Índio (Funai) existem, atualmente, 460 mil índios residindo em aldeias no Brasil, correspondendo a 0,25% da população brasileira. São mais de 107 milhões de hectares (12% do território brasileiro) divididos em 656 diferentes áreas indígenas. No entanto, a população indígena no Brasil é maior, pois esses números não incluem os índios que residem em locais fora de aldeias, estima-se que esses somam cerca de 100 mil.

Atualmente, são mais de 225 etnias ou sociedades indígenas no Brasil, com 180 línguas e dialetos distintos. Esses grupos estão espalhados em praticamente todo o território nacional, sendo a região Norte a que possui o maior número de índios, em especial o estado do Amazonas – 17% do total. Algumas tribos (aproximadamente 55) são isoladas, não havendo muitas informações sobre elas.

A Fundação Nacional do Índio, órgão responsável pela proteção e realização de pesquisas sobre essa população, divulgou as tribos com o maior número de integrantes, são elas:

Ticuna: 35.000
Guarani: 30.000
Caingangue: 25.000
Macuxi: 20.000
Terrena: 16.000
Guajajara: 14.000
Xavante: 12.000
Ianomâmi: 12.000
Paxató: 9.700
Potiguara: 7.700

Portanto, as tribos indígenas mais populosas do Brasil são a ticuna e a guarani, as únicas que possuem 30 mil integrantes ou mais. Por todo o contexto histórico de massacres à população nativa do Brasil, se torna essencial a realização de políticas públicas direcionadas à proteção do índio, evitando invasões às suas terras por parte de fazendeiros, garimpeiros, madeireiros, posseiros, entre outros que pretendem realizar a exploração econômica no local. Outro fator é a construção de hidrelétricas, que, em alguns casos, necessita que a população indígena seja retirada de seu terreno para o alagamento do mesmo.

Deve haver respeito e o fim do preconceito contra as comunidades indígenas, preservando suas tradições culturais e religiosas, não havendo mais interferência nos seus costumes. Que o índio seja lembrado todos os dias, e não somente no dia 19 de abril (dia nacional do índio).
Por wagner de cerqueira e francisco
FONTE:
http://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/a-populacao-indigena-no-brasil.htm
A Região Sul do Brasil é composta pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Sua extensão territorial é de 576.409,6 quilômetros quadrados, considerada como a menor Região brasileira. No entanto, é a terceira macrorregião mais populosa do país, segundo contagem populacional realizada em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), totalizando 27.386.891 habitantes. Sua densidade demográfica é de aproximadamente 47,5 habitantes por quilômetro quadrado.

A distribuição populacional na região Sul ocorre da seguinte forma:

Rio Grande do Sul – 10.693.929 habitantes.
Santa Catarina – 6.248.436 habitantes.
Paraná – 10.444.526 habitantes.

Os índios foram os primeiros habitantes do território que atualmente corresponde à região Sul. Posteriormente, chegaram os espanhóis e portugueses com as missões jesuíticas, além dos negros para o trabalho escravo. Entretanto, os fluxos migratórios para o Sul se intensificaram no fim do século XIX, através de doação de terrenos para a ocupação e desenvolvimento econômico da Região.

Os imigrantes europeus contribuíram para o desenvolvimento da economia, baseada na pequena e média propriedade rural de policultura (cultivo de vários produtos agrícolas). O Rio Grande do Sul recebeu imigrantes italianos, eslavos e alemães. Em Santa Catarina, açorianos colonizaram o litoral; alemães, a região norte; e italianos, o planalto e a porção oeste. No Paraná, houve fluxos migratórios de italianos, alemães e japoneses; mais recentemente, paraguaios na fronteira oeste.

No contexto nacional, os paulistas e mato-grossenses migraram em grande número para os estados sulistas, principalmente para as lavouras do norte do Paraná.

Os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná são reconhecidos pela qualidade de vida que proporcionam para seus habitantes. A região apresenta os melhores indicadores de mortalidade infantil, educação e saúde do país, além de deter a segunda melhor renda per capita, inferior apenas ao Sudeste. Os estados do Sul estão entre os seis melhores na média do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): Santa Catariana 0,840 (2° posição no ranking nacional), Rio Grande do Sul 0,830 (5° posição) e Paraná 0,820 (6° posição).

Porém, a intensificação do processo de mecanização das atividades agrícolas proporcionou o êxodo rural em larga escala, contribuindo para o crescimento desordenado de alguns centros urbanos, além de intensificar as desigualdades sociais.
Por wagner de cerqueira e francisco

REVISTA:
http://revistaindio.files.wordpress.com/2011/05/revista-indio_final1.pdf



As etnias no Brasil

Dificilmente existe uma nação com tão complexa e variada composição étnica de sua população, no caso do Brasil, a formação populacional advém de basicamente cinco distintas fontes migratórias, são elas:

- os nativos, que se encontravam no território antes da chegada dos portugueses, esses povos eram descendentes de homens que chegaram às Américas através do Estreito de Bering;

- os portugueses, que vieram para o Brasil a fim de explorar as riquezas da colônia;

- os negros africanos, que foram trazidos pelos europeus para trabalhar nos engenhos na produção do açúcar a partir do século XVI;

- a intensa imigração européia no Brasil, sobretudo no sul do país;

- a entrada de imigrantes oriundos de várias origens, especialmente vindos da Ásia e Oriente Médio.

Com base nessas considerações, a população brasileira ficou com a seguinte composição étnica:



Brancos: a grande maioria da população branca tem origem européia (ou são descendentes desses), no período colonial vieram para o Brasil: espanhóis, holandeses, franceses, além de italianos e eslavos. A região sul abriga grande parte dos brancos da população brasileira, pois esses imigrantes ocuparam tal área.


Negros: essa etnia foi forçada a migrar para o Brasil, uma vez que vieram como escravos para atuar primeiramente na produção do açúcar e mais tarde na cultura do café. O Brasil é um dos países que mais utilizou de mão-de-obra escrava no mundo, recebeu aproximadamente 4 milhões de escravos. Hoje, os negros se concentram principalmente em áreas nas quais a exploração foi mais intensa, como é o caso das regiões nordeste e sudeste.


Indígenas: grupo étnico que habitava o território brasileiro antes da chegada dos portugueses, nesse período os índios somavam cinco milhões de pessoas. Os índios foram quase disseminados, restaram somente 350 mil índios, atualmente existem 170 mil na região norte e no centro-oeste 100 mil.

Pardos: etnia formada a partir da junção de três origens: brancos, negros e indígenas, formando três grupos de miscigenação.

Mulatos: correspondem à união entre brancos e negros, esse grupo representa 24% da população e ocorre com maior predominância no nordeste e sudeste.

Caboclos: representa a descendência entre brancos e indígenas, no país respondem por 16% da população nacional, esse grupo se encontra nas áreas mais longínquas do país.

Cafuzos: esse grupo é oriundo da união entre negros e índios, essa etnia é restrita e corresponde a 3% da população, é encontrado com maior freqüência na Amazônia, Centro-Oeste e nordeste.
FONTE:
http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/as-etnias-no-brasil.htm

Publicações SPM

Publicações SPM
A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres desenvolve uma linha de publicações que apresenta questões de interesse para a mulher.
http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/sobre/Veja a listagem abaixo e baixe para o seu computador as opções disponíveis.


Enfrentamento à Violência contra as Mulheres: balanço das ações 2006-2007
por Maria Clara Guaraldo Notaroberto.
Balanço das ações da SPM com dados e informações sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres, a rede de serviços disponível, o impacto da Lei Maria da Penha e a Central de Atendimento à Mulher.


Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher
por Gabriela Ferreira do Vale e Lourdes Maria Antonioli.
Apresentação das principais características e eixos do Pacto Nacional que envolve diversas instituições do Governo Federal.

Leia mais »


Violência contra a mulher adolescente/jovem
organizado por Stella Taquette. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2007.
Publicado com o apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, o livro posiciona a violência contra jovens nas fronteiras da saúde, gênero e sexualidade.

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Mulheres adolescentes/jovens em situação de violência: propostas de intervenção para o setor saúde
organizado por Stella R. Taquette. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2007.
Apresentação de onze casos de violência contra mulheres adolescentes e jovens com metodologia de auto-aprendizagem qualificando a intervenção profissional nestas situações.

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Vozes femininas na política: uma análise sobre mulheres parlamentares no pós-Constituinte
de Luana Simões Pinheiro. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2007.
Pesquisa sobre a participação das mulheres na Câmara dos Deputados brasileira no período entre 1987 e 2002, traçando um panorama das práticas políticas femininas.

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Balanço Pró-Eqüidade de Gênero 2005/2006 - edição trilingüe
Programa com o objetivo desenvolver novas concepções na gestão de pessoas e cultura organizacional para alcançar a eqüidade de gênero no mundo do trabalho.

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Textos e roteiros de discussão: Conferências Municipais e/ou Regionais e Conferências Estaduais de Políticas para as Mulheres
por Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2007.
Roteiro para discussão nas Conferências de Políticas para as Mulheres: realidade da mulher no Brasil, participação política e Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

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Regimento da II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres e Plano Nacional de Políticas para as Mulheres
por Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2007.
Publicação que reúne o Regimento da II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres e a versão compacta do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

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Plano Nacional de Políticas para as Mulheres - compacto
de Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2004.
Versão compacta do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

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Programa Pró-Eqüidade de Gênero - práticas de equidade de gênero tecendo a política de igualdade
de Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2006.
Balanço da primeira versão do Prêmio conferido a empresas públicas e estatais que receberam o Selo Pró-Eqüidade de Gênero por terem cumprido as metas traçadas no Plano de adesão ao Programa Pró-Eqüidade de Gênero.

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Regimento II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres
por Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2007.
Publicação com o Decreto Presidencial de convocação da II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, a portaria e o regimento da II CNPM.

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Memória 2003_2006
por Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2006.
Apresenta o trabalho desenvolvido pela SPM em 4 anos no sentido de afirmar direitos assegurados na legislação brasileira e implementar políticas que acelerem a redução das desigualdades entre homens e mulheres no Brasil.

Em Leia mais, veja um CD-ROm que acompanha a publicação Memória 2003-006!

Leia mais » Arquivo pdf - Veja a íntegra »


2° Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero: redações e trabalhos científicos monográficos premiados
de Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: SPM, 2007.
O Prêmio foi instituído com o objetivo de estimular a produção científica e a reflexão acerca das relações de gênero, mulheres e feminismos incentivando estudantes de ensino médio, graduação e pós-graduação a produzirem trabalho científicos e redações que envolvam a temática de gênero.

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Encontro Nacional Pensando Gênero e Ciências
de Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Brasília: SPM, 2006.
Anais de Encontro que reuniu em Brasília mais de 200 núcleos e grupos de pesquisa de cerca de 100 universidades do país para propor medidas e ações que contribuam para ampliar a inserção das mulheres nos campos da ciência e discutir a sua trajetória e posicionamento nas carreiras acadêmicas.

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Mulheres no topo de carreira: flexibilidade e persistência
De Tânia M. Fontenele-Mourão. Brasília: Secretaria Especial de políticas para as Mulheres.
Analisa as representações sociais do gerenciamento feminino na Administração Pública a partir da relação das mulheres com os cargos de comando e seu estilo de liderança.

Arquivo pdf - Veja a íntegra »




VIDEOS

O menino, a favela e as tampas de panela

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=fvdlkgjE8l0


MARIA MARIA – MILTON NASCIMENTO

http://www.youtube.com/watch?v=-SzWXl1ut08

MERCEDES SOSA – GRACIAS A LA VIDA
http://www.youtube.com/watch?v=WyOJ-A5iv5I&feature=related
Mercedes Sosa e Milton Nascimento - Volver a los 17
http://www.youtube.com/watch?v=BcID17wcZHU&feature=related
SEJA A MUDANÇA QUE QUER VER NO MUNDO
http://www.youtube.com/watch?v=SnwXaRI1F78&feature=related

PAVAROTTI & FRIENDS : FOR THE CHILDREN OF LIBERIA 1998
http://www.youtube.com/watch?v=O9J__XVdyoM



Os 12 Mandamentos de um bom Projeto

Propósito
Proporcionar clareza quanto aos objetivos, instrumentos, estratégias, etc, na implantação de um projeto social. Função de Check-list do projeto. Fonte: Livro Voluntariado na Empresa – Gestão eficiente da Participação cidadã. – Voluntários das
• Perguntas básicas
• Perguntas complementares
IDENTIFICAÇÃO • Quem propõe?
• Que características?
• Que experiência?
PROBLEMA • Qual é o problema?
• Por que é importante?
• OBJETIVOS: GERAIS E ESPECÍFICOS
• O que se pretende conseguir?
• Qual é o fim último?
• O que é necessário alcançar para lograr o fim último?
POPULAÇÃO-ALVO
• Quem se beneficia?
• Características?
MÉTODO (Estratégias)
• Como?
• De que maneira?
• O que é inovador?
• (E o que já foi tentado antes?)
ATIVIDADES
• Que tipo de ações?
• Quem tem experiência?
• CRONOGRAMA
• Quando
• Curto ou longo prazo?
RECURSOS HUMANOS, FÍSICOS E FINANCEIROS • De que se necessita?
• Quem? Quantos e de que tipo?
• Quais os meios? Onde?
• De quanto precisamos?
• Quanto temos? Quanto falta?
ORGANIZAÇÃO • De que maneira pode-se organizar os recursos?
• Como serão distribuídas as responsabilidades? Quem terá autoridade para quê?
AVALIAÇÃO
• De que maneira sabe-se que os resultados foram alcançados?
• Que perguntas deverão ser respondidas? Que evidências vamos buscar?
• Qualidade, quantidade?
• Como busca-las? Com que periodicidade?
• Quem vai avaliar?
• Onde encontrá-lo?
• Que faremos se as coisas não andam bem?
• Que faremos se elas vão bem?
CONTINUIDADE • Como as ações irão continuar no futuro?
• Quem vai seguir apoiando? Ou: que novos parceiros precisamos?